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Câmara de Viseu promove recolha de bens para cidade de Kalush na Ucrânia

A Câmara Municipal de Viseu lançou uma campanha solidária para a recolha de bens que “aqueçam” a comunidade de Kalush, na Ucrânia, cidade que pediu geminação a Viseu, anunciou o presidente, Fernando ruas.

A iniciativa designada “Luz para Kalush”, tem por objetivo uma recolha a dois níveis: para as crianças e para os adultos”.

O autarca, que falava aos jornalistas, após a reunião do executivo municipal, explicou que a ideia é “recolher brinquedos e roupas, como gorros, luvas e agasalhos de inverno e outras coisas específicas de crianças”.

“Para a população em geral, a campanha abrange a recolha de velas, lanternas, candeeiros a gás, artigos de iluminação, geradores e aquecedores, carregadores e pilhas. A campanha pretende contribuir para ajudar numa situação de privação de eletricidade e propiciar algum conforto à população de Kalush.

Os pontos de recolha são a sede dos Bombeiros Voluntários de Viseu, que, com os escuteiros e o Real Túnel, apoiam a iniciativa que também conta com a rede solidária de Viseu.

Os serviços sociais da Câmara Municipal de Viseu, é outro dos locais que está a receber os donativos que “podem ser entregues ao longo deste mês de dezembro, em especial os brinquedos, para ajudar no Natal” dos mais novos.

“Ainda não definimos as datas, mas o inverno não se esgota no Natal, por isso, à partida, vamos prolongar a recolha de bens de iluminação e de aquecimento por mais tempo, mas o ideal era recolher nesta altura”, reconheceu.

Sobre o processo de geminação, solicitado pela cidade ucraniana à Câmara de Viseu, em novembro deste ano, Fernando Ruas disse que “foi a situação mais favorável” que encontrou na Câmara.

“Todos estão de acordo em dar uma resposta positiva a este pedido de geminação, mas é bom até, antes de fazer a geminação, mostrar esta solidariedade para com a comunidade”, defendeu Fernando Ruas.

A Rússia lançou uma ofensiva militar na Ucrânia a 24 de fevereiro, que ainda perdura e que provocou a morte de pelo menos 6.702 civis e 10.479 feridos, números que a ONU apresentou como confirmados, sublinhando que estão muito aquém dos reais.

 

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