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Fotografia Teatro Viriato

Teatro Viriato aposta no envolvimento dos jovens e na dança inclusiva

O envolvimento dos jovens no processo de criação e a dança inclusiva são as apostas do Teatro Viriato, de Viseu, para a programação do primeiro semestre deste ano.

Queremos afirmar o Teatro Viriato como um projeto que, fiel à sua missão, se importa com a voz das crianças e dos jovens, contribuindo para a sua formação como cidadãos, conscientes da sua necessária participação no futuro desta casa”, afirmou a diretora, Paula Garcia, na sessão pública de apresentação da programação.

Os jovens voltam a participar em mais uma edição do Pedra — Projeto Educativo em Dança de Repertório para Adolescentes, que, “desta vez, é sobre o trabalho da coreógrafa Vera Mantero” e cuja estreia está marcada para abril, referiu.

Também neste mês, é apresentado o resultado da oitava edição do K Cena — Projeto Lusófono de Teatro Jovem, que levará a Viseu a encenadora Chica Carelli, do Teatro de Vila Velha, de Salvador da Bahia (Brasil), e a Cabo Verde o encenador residente do Teatro Viriato Graeme Pulleyn, acrescentou.

Este ano, os grupos dos diferentes países irão trabalhar na peça “A Revolta dos Animais”, inspirada num romance de George Orwell.

Segundo Paula Garcia, os jovens serão também envolvidos na oficina de novo circo “A minha voz não é circular”, com Hugo Oliveira e Sage Cushman, e na residência artística do projeto “Gabo”.

Este projeto, que é uma encomenda de Patrick Murys sobre o realismo mágico, conta “com a colaboração de Romulus Neagu e de Zé Mágico, e a participação do Grupo Dançando com a Diferença, que coproduz o espetáculo com o Teatro Viriato”, acrescentou.

A responsável do grupo anunciou que, este ano, será levado a várias escolas do concelho o Programa de Desenvolvimento Dançando com a Diferença.

Trata-se de “uma iniciativa de formação artística em contexto escolar, financiada pelo programa Viseu Educa e que contempla a oficina ‘1+1’ e a residência artística ‘Coro de Mudança'”, explicou.

Segundo Paula Garcia, o trabalho artístico que tem sido desenvolvido com o Grupo Dançando com a Diferença “tem provocado o envolvimento de muitas vozes para a transformação do discurso público sobre a inclusão e a acessibilidade”.

Nesse âmbito, na sexta-feira, o Teatro Viriato vai acolher a quarta edição do Encludança — Encontro Internacional de Arte e Acessibilidade, durante o qual será feita uma reflexão “sobre o atual retrato da arte e da inclusão como movimento social e como movimento artístico”, afirmou.

Em 2020, essa reflexão vai além da pessoa com deficiência e sai das paredes do Teatro Viriato, sendo disso exemplo o “Primeiro Encontro”, que tem estreia marcada para março.

Paula Garcia referiu que este projeto, que envolve os artistas associados do Teatro Viriato Ana Bento, Graeme Pulleyn e Sónia Barbosa e a Companhia de Música Teatral, tem, desde 2019, “sido desenvolvido com reclusos do Estabelecimento Prisional do Campo [Viseu], desafiando-os a encontrarem-se com o processo criativo”.

“Esse mesmo encontro acontece em ‘Madalena’, mas, desta vez, envolvendo um coro de vozes da comunidade de Viseu, num espetáculo de Sara Castro, com um elenco de luxo, que se estreia no final de fevereiro”, acrescentou.

A encerrar maio, Ana Bento estreia o concerto para a infância “Tangerina”, que propõe uma viagem pelo universo da palavra.

No total, a programação do Teatro Viriato conta com mais de 40 propostas culturais, para diferentes públicos, durante este semestre.

 

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