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PSD Viseu: Orçamento do Estado é penalizador para o distrito

Em comunicado, aquela estrutura partidária lembrou que, há cerca de um mês, já tinha alertado que se tratava de “um documento que cavava um fosso ainda maior entre litoral e interior e que ostensivamente arredava vários territórios do país dos investimentos estruturais de que precisam para crescer e desenvolver”.

No entender do PSD, “na área da saúde, da rodovia, da ferrovia, da educação, da agricultura e do social, há sete anos que o PS penaliza ostensivamente o distrito, prejudica as suas empresas, as instituições e as pessoas”.

“Fomos claros e assertivos nas nossas exigências para o distrito de Viseu: queremos a conclusão da obra de requalificação do IP (Itinerário Principal) 3, queremos a conclusão do Centro de Ambulatório de Radioterapia do Hospital de Viseu”.

O PSD de Viseu alertou ainda para a necessidade de o Governo avançar com a abertura do concurso, conclusão da obra e entrada em funcionamento da Unidade de Psiquiatria de Viseu, o projeto de execução do IC (Itinerário Complementar) 26, a construção da nova Barragem de Fagilde e o investimento nos regadios.

“O nosso desígnio era que o distrito fosse ouvido e as suas necessidades fossem contempladas já neste Orçamento do Estado. Sabemos quais as ambições das quase 400 mil pessoas do distrito, há unanimidade dos municípios quanto às prioridades, há uma visão de desenvolvimento partilhada por todos. Mas há um grande obstáculo: o Partido Socialista”, lamentou.

Para a distrital do PSD, o que o distrito tem conseguido “deve-se à capacidade do seu poder local, dos seus empresários, associações, entidades e cidadãos e da dinâmica de todos para colmatar o esquecimento por parte do Governo”.

“Este Orçamento do Estado para 2023 prova que os deputados do PS por Viseu enganam e continuam a enganar os viseenses”, considerou o PSD, acrescentando que “nada está decidido quanto ao IP3, nada está previsto para a saúde, nada está contemplado para os regadios, nada vai acontecer na Barragem de Fagilde” e, na ferrovia, a ligação a Viseu “foi empurrada para as próximas décadas”.

Lusa

 

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