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PS – Viseu diz que renúncia de vereador Jorge Sobrado fragiliza executivo camarário

A concelhia de Viseu do PS considerou que a renúncia de Jorge Sobrado aos pelouros da Cultura, Património, Turismo e Marketing Territorial “é mais uma fragilização decisiva” do executivo PSD, liderado por Almeida Henriques.

“Ao fim de pouco mais de sete anos, do `núcleo duro político` do primeiro mandato de Almeida Henriques apenas resta um vereador, o que não deixa de ser incomum para este tipo de cargos públicos”, referem, em comunicado, a estrutura partidária e os vereadores socialistas.

Lúcia Araújo Silva, Pedro Baila Antunes e José Pedro Gomes lembram que a renúncia de Jorge Sobrado se sucede “às demissões, politicamente pouco esclarecidas, de homens fundamentais, como Joaquim Seixas, à data vice-presidente da Câmara e presidente da concelhia do PSD, e de Nuno Nascimento, chefe de gabinete de Almeida Henriques, até aí muito preponderante na definição estratégica e ação do executivo municipal”.

No seu entender, atualmente, o executivo “não tem uma visão estratégica e uma política municipal consequente para Viseu e para os viseenses”.

“Em ano de eleições autárquicas, é tempo de os viseenses fazerem um balanço do executivo PSD de Almeida Henriques e de quão ele tem sido prejudicial para o melhor interesse do município, de Viseu e dos viseenses”, defendem.

A autarquia anunciou que Almeida Henriques “aceitou hoje o pedido de renúncia do vereador Jorge Sobrado aos pelouros da Cultura, Património, Turismo e Marketing Territorial, em si delegados desde o início do atual mandato autárquico”, com efeitos a partir de 15 de fevereiro.

Numa declaração publicada nas redes sociais, Jorge Sobrado esclarece que não pretende disponibilizar-se para uma recandidatura, por entender que chegou o momento de fechar o seu ciclo de serviço ao município de mais de sete anos, durante os quais foi adjunto de Almeida Henriques, vereador e teve, durante quatro anos, “a responsabilidade de gerir e revitalizar a Feira de São Mateus”.

“Esta renúncia não é motivada pela sedução de um novo cargo ou por uma oportunidade profissional financeiramente recompensadora. Antes, considero que é cumprido um ciclo sobre o meu desempenho no município e as condições em que o exerci”, justifica.

No entender do PS, “esteve sempre à vista dos viseenses que o vereador Jorge Sobrado era o mentor e o dinamizador do mandato autárquico de Almeida Henriques”, mesmo “no primeiro mandato, enquanto `todo poderoso` adjunto do presidente de Câmara”.

“A ascensão e ascendência de Jorge Sobrado no município de Viseu e no próprio executivo era manifesta. A política imaterial implementada pelo atual executivo PSD, baseada em marketing territorial, qual propaganda institucional constante, imagem, comunicação e realização de eventos de animação urbana, foi concebida e implementada por Jorge Sobrado, precisamente com um curriculum académico, profissional e político na área da comunicação”, consideram.

Apesar de ter renunciado aos pelouros, Jorge Sobrado anunciou que deseja cumprir o mandato autárquico até ao fim, como vereador não executivo, desde que as suas futuras responsabilidades profissionais o permitam.

 

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