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Festival Outono Quente, de Viseu, privilegia artistas locais e nacionais

Duas companhias internacionais, 14 nacionais e 17 locais, num total de 80 artistas, animam de 01 a 10 de outubro a décima edição do Festival Outono Quente, em Viseu.

“Sonhos, teatro, magia, música, histórias, oficinas, jogos, poesia, marcha e muita energia” é o que a associação cultural Zunzum promete levar ao Parque Aquilino Ribeiro, no âmbito de uma programação que privilegia artistas locais e nacionais.

“Esta crise afeta grande parte dos artistas. O objetivo [desta edição] foi dar prioridade aos nossos artistas, às produções locais e nacionais”, justificou o presidente da Zunzum, Roger Bento, durante a conferência de imprensa de apresentação da programação.

No que respeita a presenças internacionais, Roger Bento disse aos jornalistas que estará em Viseu o britânico Drew Colby, com um teatro de sombras intitulado “My shadow and me”, no dia 04. No dia anterior, realiza-se uma oficina de teatro de sombras, aberto a famílias.

A vice-presidente da Zunzum, Márcia Leite, referiu que o outro espetáculo internacional se intitula “Nada”, de Javi Tirado, e acontece dentro de uma caixa.

“Só uma pessoa pode assistir ao espetáculo de cada vez. São quatro minutos”, explicou.

Zé Mágico estreia no Outono Quente o espetáculo “Era uma vez um homem”, que propõe “um futuro imaginado”, e a Gira Sol Azul apresenta, pela primeira vez em Viseu, “Sophia”, um concerto feito de poemas e de textos de Sophia de Mello Breyner, que esteve em residência na Casa da Música.

Roger Bento afirmou que o Outono Quente abrirá na tarde de dia 01 com “Agostinho e felicidade”, do Boca de Cão – Teatro de Rua e Formas Animadas, que andará pelas ruas de Viseu a anunciar o festival e a convidar as pessoas a participarem nele.

À noite, é reposto o espetáculo “De volta sem Magalhães”, do teatro Onomatopeia, da Zunzum, que estreou em dezembro de 2020 mas que “a pandemia não deixou levar novamente a palco”, contou.

“Sopa de Jerimu”, da cooperativa cultural Circolando (dia 07), “Terra”, do Trigo Limpo Teatro ACERT (dia 02), e “A verdadeira história da Carochinha”, da companhia Ponto Produções (dia 03), são outros espetáculos que integram a programação.

Roger Bento aludiu ainda à “Marcha dos Sonhos”, um projeto que acompanha o Outono Quente há várias edições e que tem como objetivo envolver a comunidade, com ou sem formação artística, na construção de uma performance de rua.

“É um projeto feito em conjunto com outras associações, que tem vindo a dar os seus frutos, envolvendo cada vez mais pessoas”, sublinhou.

Segundo o responsável, a acompanhar os espetáculos durante estes dez dias, haverá oficinas de cerâmica, de macramê, de costura criativa e de jardins suspensos, além de sessões de saúde e de bem estar.

A décima edição do Outono Quente – que terá entradas gratuitas, mas sujeitas a reserva – conta com um apoio financeiro de 50 mil euros do município (ao qual acresce um apoio não financeiro no valor de 12.500 euros).

 

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