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Académico de Viseu perdeu frente ao Nacional

O Nacional garantiu hoje a manutenção na II Liga portuguesa de futebol, ao protagonizar uma reviravolta no marcador ao vencer por 3-2, após uma desvantagem de dois golos na 34.ª e última jornada.

O Nacional acabou por garantir a manutenção e o 14.º lugar, com 39 pontos, mas chegou a estar a perder por 2-0 e relegado virtualmente para o play-off de manutenção, com golos de André Clóvis (04 minutos) e Vítor Bruno (30).

Na etapa complementar o Nacional ‘agarrou-se à vida’, com Zé Manuel, que saltou do banco ao intervalo, ser decisivo, ao reduzir com apenas dois minutos em campo, ao assistir Clayton (63) na sequência de um livre, e ao fechar as contas, de cabeça, após um canto cobrado por Gustavo Silva, aos 83.

O Nacional apresentou-se com apenas uma alteração em relação à equipa que venceu o Estrela da Amadora (1-0), saindo Witi para entrada de Pipe Gómez. 

O Académico de Viseu, que chegou à última ronda com o quarto lugar assegurado, com 53 pontos, orquestrou três mudanças no ‘onze’ que bateu o Feirense (2-1), com entradas do guardião Mbyae e de Kauã Oliveira e Lucio Nduwarugira em detrimento de Janota, André Almeida e Ramírez.

Os visitantes inauguraram o marcador ao minuto quatro numa excelente combinação entre Bandeira e André Clóvis, com o último de cabeça a aumentar para 28 golos a sua conta pessoal, número que o distingue como o melhor marcador da II Liga.

Os ‘alvinegros’ que apenas dependiam de si para alcançar a manutenção direta responderam aos 11, com o primeiro remate de Rúben Macedo a obrigar a uma defesa incompleta de Mbaye, que permitiu, na recarga, duas investidas de Dudu, travadas pelo guardião senegalês.

O conjunto de Viseu não se deixou ficar pela margem mínima, dilatando a vantagem ainda na primeira meia hora, com Bandeira novamente na assistência, desta vez a encontrar Vitor Bruno na ala contrária, tendo o lateral feito o seu primeiro golo no campeonato.

Os dois emblemas iniciaram a etapa complementar com alterações na equipa, com a do Nacional a fazer efeito quase de imediato, uma vez que o recém-entrado Zé Manuel, na sequência de uma combinação com Dudu, reduziu a diferença, aos 48, e galvanizou os madeirenses.

O muito festejado golo do empate surgiu aos 67, num livre cobrado por Zé Manuel que encontrou Clayton ao segundo poste, para a igualdade.

A reviravolta surgiu aos 83 minutos, com dois intervenientes que saltaram do banco, tendo Gustavo Silva, na cobrança de um canto, encontrado Zé Manuel, que de cabeça, bisou no encontro e reservou um assento ao Nacional na próxima edição da II Liga.

Lusa

 

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