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Nomeada nova administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (Lamego)

O mandato do até agora conselho de administração terminou em dezembro de 2021 e, no início deste ano, a presidente do órgão, Rita Castanheira, pediu a renúncia do cargo que ocupava desde julho de 2019.

O Governo nomeou hoje Ivo Oliveira para presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), com sede social em Vila Real.

O mandato do até agora conselho de administração terminou em dezembro de 2021 e, no início deste ano, a presidente do órgão, Rita Castanheira, pediu a renúncia do cargo que ocupava desde julho de 2019

O Governo nomeou hoje Ivo Oliveira para presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD), com sede social em Vila Real.

A nomeação foi divulgada pelo Ministério da Saúde e CHTMAD, que agrega os hospitais de Vila Real, Chaves e Lamego.

O mandato do até agora conselho de administração terminou em dezembro de 2021 e, no início deste ano, a presidente do órgão, Rita Castanheira, pediu a renúncia do cargo que ocupava desde julho de 2019.

Desde agosto de 2022, que o CHTMAD estava também sem direção clínica.

O novo conselho de administração vai ser presidido pelo ex-deputado, gestor e até agora docente no Ensino Superior Ivo Oliveira, o médico Francisco Esteves é o novo diretor clínico, Júlio Azevedo mantém-se como enfermeiro diretor e Sara Mota e Telma Correia assumem os cargos de vogais executivos, a primeira com o pelouro financeiro.

A nova equipa foi proposta pelo diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde (SMS) e designado por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das Saúde e das Finanças, para um mandato de três anos.

Natural de Vila Real, Ivo Oliveira é licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, possui um mestrado em Economia das Organizações e um doutoramento em Gestão pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).

De acordo com as notas curriculares divulgadas pelo ministério, era, desde 2019, adjunto no gabinete do primeiro-ministro, foi vogal executivo no conselho de administração do Centro Hospitalar do Oeste (2018-2019) e adjunto no gabinete do ministro de Saúde no XXI Governo Constitucional (2015-2018).

Foi deputado à Assembleia da República (2014-2015) e exerce atividade docente em diversas instituições de Ensino Superior e desenvolveu investigação nas áreas da demografia, economia, sociedade, políticas públicas e desenvolvimento sustentável inclusivo.

O médico Francisco Esteves, que assume a direção clínica, é diretor do serviço de Medicina Intensiva desde 2016 e chefe de equipa do serviço de Urgência desde 2022.

Sara Mota é, desde 2016, vogal do conselho diretivo do Centro de Gestão de Medicina do CHTMAD, onde foi diretora do serviço de Aprovisionamento e responsável pelas aquisições dos Serviços Farmacêuticos, de 2005 a 2016.

Telma Correia é vogal do conselho diretivo do Centro de Gestão de Cirurgia do CHTMAD desde 2018, desde julho de 2020 que integra o grupo de trabalho para os Cuidados Prestados ao Doente no CHTMAD, onde coordenou também o Grupo de Trabalho que realizou o Plano para a Igualdade de Género.

Júlio Azevedo é enfermeiro diretor do CHTMAD desde 2016.

Através de um comunicado divulgado hoje, o Ministério da Saúde reconheceu e agradeceu o trabalho da equipa que agora cessa funções, renovando o “compromisso na consolidação da gestão das unidades do SNS em 2023 e o caminho de defesa de um serviço público de saúde que responda às necessidades da população”.

Nos últimos meses, a Ordem dos Médicos, através do Conselho Sub-regional de Vila Real, tem alertado para um “limite insustentável” no CHTMAD devido ao impasse na nomeação do novo conselho de administração e da direção clínica.

A situação estava também a causar preocupações entre os profissionais que ali trabalham, os utentes e partidos políticos e, em dezembro, a Assembleia Municipal de Vila Real aprovou uma moção a apelar à intervenção do ministro da Saúde.

A moção foi apresentada pela bancada do PSD na Assembleia Municipal e foi aprovada por unanimidade pelos restantes partidos, PS, CDS-PP e Chega.

 

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