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Ministra diz que Caldas de Arêgos “são uma pequena pérola” em Resende

A ministra da Coesão Territorial classificou hoje as Caldas de Aregos como uma “pequena pérola” de Resende, no dia em que foi consignada a obra de “requalificação profunda” do espaço com cerca de seis milhões de euros.

“O projeto que aqui vemos hoje é uma pequena pérola em Resende. Temos sempre o [rio] Douro como denominador comum e também estamos a trabalhar noutros projetos nesta marca internacional que temos de continuar a valorizar”, disse Ana Abrunhosa.

No decorrer da sessão de consignação da obra de requalificação das Caldas de Aregos, a governante deixou a promessa de “continuar a apoiar projetos importantes” para Resende, como acontece com esta intervenção, que conta com o apoio do Programa de Valorização Económica dos Recursos Endógenos (PROVER).

“Estamos a falar de investimento para o turismo, mas em primeiro lugar para quem cá está. Dá qualidade de vida a quem cá está e vai, certamente, incentivar os donos do hotel que está degradado, lá ao lado, a fazer investimentos”, considerou a ministra.

No seu entender, o investimento público “multiplica investimento privado” e “com um cenário maravilhoso como é o rio Douro e as suas escarpas”, esta requalificação vai “qualificar toda a envolvente às termas”.

“Resende, com os projetos que tem em marcha, que perfazem cerca de sete milhões [de euros] de investimento, muito ligados à regeneração urbana, mas também à regeneração das termas, muito ligados a criar condições para que os empresários sintam que podem continuar a investir, está no caminho da coesão”, considerou.

O presidente da Câmara Municipal de Resende, Garcez Trindade, apresentou, durante a mesma cerimónia, os vários projetos em andamento, com cerca de um milhão de euros para regeneração urbana, e cerca de seis milhões de euros para o projeto das Caldas de Aregos, sendo que “praticamente cinco milhões [de euros]” são para o edifício termal.

“Estamos a tentar revolucionar as Caldas de Aregos, que é um sítio de que as pessoas gostam, com condições naturais fora do vulgar, ao qual acoplámos uma plataforma, que já existe, e já tem alguns equipamentos”, disse o autarca, que falou da piscina ou do posto de abastecimento para as embarcações marítimas.

“É a pérola ter ali um balneário moderno, com as valências todas das terapêuticas das termas, a água é um produto natural que sai a 62 graus, temos uma água fantástica, com propriedades medicinais e que existe há séculos e vamos agora potenciar com a reabilitação e com a formação de uma estância balnear”, explanou.

Garcez Trindade disse ainda que esta estância vai permitir tratamentos em regime de internamento, porque o edifício terá 30 quartos, e terá também, entre outras características, poças no exterior, que permitirão o uso “livre e democrático” pelos cidadãos das águas termais.

No próximo dia 8 de julho deverá ser conhecido o vencedor do concurso público para a execução da obra do edifício balnear, que terá 24 meses para a concretizar. A restante zona, ao seu redor, ainda está dependente de financiamento, “apesar de a Câmara poder assumir o financiamento”.

“Temos esperança de ser a mola para que depois os privados invistam à volta, na reconstrução de hotéis antigos que já estão muito degradados e que as Caldas de Aregos sejam depois um polo de desenvolvimento de Resende e de atratividade turística”, desejou Garcez Trindade.

 

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