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Líder do PSD diz que “tarefa” da distrital de Viseu é aumentar número de autarquias

O presidente do PSD, Luís Montenegro, disse hoje que as “duas tarefas de maior relevo” que o novo presidente da distrital de Viseu do partido tem pela frente são aumentar o número de autarquias e de deputados no parlamento.

“Tenho para Viseu uma grande expectativa. Acho que para nós termos 13 das 24 presidências de câmara do distrito ainda é pouco. Em 2025 temos de conseguir elevar este número”, disse Luís Montenegro na tomada de posse do novo presidente da distrital de Viseu do PSD, Carlos Silva.

“E também acho que ter quatro dos oito deputados é pouco, nas próximas eleições legislativas temos de aumentar esta representação. Estas são duas das tarefas que estes órgãos que agora iniciam funções terão pela frente”, afirmou.

Luís Montenegro admitiu que “não são as únicas tarefas”, mas avisou que “são duas daquelas que têm maior relevo” neste novo mandato de dois anos de Carlos Silva que sucede a três consecutivos do antigo deputado Pedro Alves.

O líder nacional do PSD não escondeu que conta com “todo o partido, e com a distrital” de Viseu “para o PSD ser a alternativa e a mudança nas próximas eleições legislativas” que, “pelas contas serão em 2026” e, por isso, o partido “tem tempo” para se “preparar para governar Portugal”.

O novo presidente da distrital, que usou primeiro da palavra, aproveitou para, à semelhança do líder nacional, apontar críticas ao PS e ao executivo de António Costa, lembrando “todas as obras prometidas” para o distrito nos últimos sete anos.

Carlos Silva disse que o partido tem de “questionar o distrito de Viseu se as obras prometidas tivessem sido realizadas” e assumiu que se assim fosse, “Viseu hoje seria, sem dúvida, um distrito ultra desenvolvido”.

“Temos de condenar o PS nestes últimos sete anos. Fez de Viseu um espaço de propaganda socialista, muitos anúncios, muito ‘show-off’, muitos ‘powerpoint’, muitos ‘posts’, muitas promessas e as obras continuam por fazer, quando há muito já deveriam estar concluídas”, acusou.

Carlos Silva deu como exemplo a requalificação do Itinerário Principal 3 (IP3), “anunciada em julho de 2018, com pompa e circunstância pelo primeiro-ministro, António Costa” e hoje, em novembro de 2022, o que existe “é cosmética e nada mais”.

“Veja-se o caso do centro de radioterapia e ambulatório do Hospital de Viseu, obra anunciada (…) em 2017. Cinco anos depois nada existe”, continuou, acrescentando a “prometida barragem de Fagilde que não está no Orçamento de Estado”.

Outro exemplo apontado foi o “da unidade de psiquiatria de Viseu, com dotação financeira já disponível no PRR de seis milhões de euros” e que “tem de estar concluída até final de 2023 se não perde-se o dinheiro e neste preciso momento, não existe rigorosamente nada”.

Com estes exemplos, Carlos Silva aproveitou para dizer que “o PS Viseu é uma mão vazia e a outra cheia de nada” e que “Portugal é um país sem rumo, infelizmente em decadência, sem perspetiva de futuro e caminha rapidamente para o precipício e o PS é o pai deste fim anunciado”.

 

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