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Infraestruturas de Portugal restabelece circulação no IP3 até 20 de janeiro

A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra pediu uma reunião com “caráter de urgência” ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, face à demora no restabelecimento da circulação do IP3.

A CIM da Região de Coimbra mostrou-se “preocupada com a demora no restabelecimento da circulação do Itinerário Principal (IP) 3, que está cortada no sentido Coimbra-Viseu, em Penacova, devido ao deslizamento do talude, resultado do mau tempo ocorrido há três semanas”.

A Comunidade Intermunicipal pediu “uma reunião com caráter de urgência ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos”.

No comunicado, a CIM da Região de Coimbra recordou ainda que, além do desabamento ocorrido há três semanas, está a decorrer uma empreitada “na principal estrada de ligação entre Coimbra e Viseu”, que começou no verão de 2019.

Também, a CIM de Viseu Dão Lafões exigiu o restabelecimento urgente da circulação no IP3.

Rogério Abrantes referiu que o deslizamento do talude no IP3, que não foi consequência das obras de requalificação em curso, mas sim do mau tempo que interrompeu “a circulação desta via estrutural, insubstituível, numa primeira fase com o corte total da via e, desde há duas semanas, com o corte da circulação no sentido Souselas-Penacova”.

O presidente da Câmara de Tondela, José António Jesus, diz que com o IP3 condicionado e sem outra alternativa para a mobilidade económica estão a ser postas em causa as exportações e os mercados de abastecimento da região.

Segundo Almeida Henriques, o Governo devia “isentar os habitantes desta região do pagamento de portagens na (autoestrada) A25 enquanto estiverem a decorrer as obras no IP3”.

O presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, defendeu uma discriminação positiva para a região, de forma a “ser compensada pelo prejuízo que está a ter com o condicionamento de trânsito no IP3”.

A Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Coimbra pediu uma reunião com “caráter de urgência” ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, face à demora no restabelecimento da circulação do IP3.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a CIM da Região de Coimbra mostrou-se “preocupada com a demora no restabelecimento da circulação do Itinerário Principal (IP) 3, que está cortada no sentido Coimbra-Viseu, em Penacova, devido ao deslizamento do talude, resultado do mau tempo ocorrido há três semanas”.

Nesse sentido, a Comunidade Intermunicipal pediu “uma reunião com caráter de urgência ao ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos”.

No comunicado, a CIM da Região de Coimbra recordou ainda que, além do desabamento ocorrido há três semanas, está a decorrer uma empreitada “na principal estrada de ligação entre Coimbra e Viseu”, que começou no verão de 2019.

“Para a realização dos trabalhos previstos na empreitada, houve necessidade de implementar condicionamentos de tráfego, com supressão de vias, mantendo-se, nesta fase, o tráfego em circulação em uma via em cada sentido”, lembrou.

Também hoje, a CIM de Viseu Dão Lafões exigiu o restabelecimento urgente da circulação no IP3.

“Reclama-se, com absoluto caráter de urgência, o restabelecimento da circulação integral no IP3, mobilizando-se, para o efeito, todos os meios necessários para que isso ocorra de imediato”, disse hoje o presidente da CIM, Rogério Abrantes, em conferência de imprensa.

Rogério Abrantes frisou que o deslizamento do talude no IP3, que não foi consequência das obras de requalificação em curso, mas sim do mau tempo interrompeu “a circulação desta via estrutural, insubstituível, numa primeira fase com o corte total da via e, desde há duas semanas, com o corte da circulação no sentido Souselas-Penacova”.

Para os autarcas dos 14 concelhos que integram a CIM Viseu Dão Lafões, é inadmissível que não se conheça “o calendário existente para o restabelecimento, integral, da circulação rodoviária”.

O responsável da CIM disse ainda que as últimas intempéries “vieram colocar a descoberto um conjunto de problemas existentes em diversas infraestruturas que se encontram sob a tutela do Governo”, de que são exemplo as estradas nacionais 2 e 228.

 

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