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Fotografia Bombeiros.pt

Incêndios: Câmara de Oliveira de Frades lamenta morte de bombeiro

O presidente da Câmara de Oliveira de Frades, Paulo Ferreira, considerou esta terça-feira “uma perda irreparável” a morte do bombeiro Pedro Ferreira, ocorrida na segunda-feira durante um incêndio, e lembrou que ele esteve ligado à corporação local desde pequenino.

“Arrisco-me a dizer que ele estava lá (nos bombeiros) desde bebé. Acompanhou desde início o seu avô, o senhor Manuel Ferreira, também muito conhecido por todos os oliveirenses”, afirmou o autarca.

A Câmara de Oliveira de Frades decretou, na segunda-feira, três dias de luto municipal pela morte de Pedro Daniel Ferreira, de 38 anos, subchefe da Equipa de Intervenção Permanente e bombeiro de primeira na Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Oliveira de Frades.

Paulo Ferreira lembrou os momentos que partilhou com Pedro Ferreira, de quem era amigo, e disse que “a comunidade ficou mais pobre”, numa altura em que há tanta falta de operacionais nas associações humanitárias.

“Nada do que possamos dizer, nenhuma homenagem que possamos prestar, vai trazer o Pedro de volta”, lamentou, garantindo que a autarquia dará todo o apoio necessário à sua família (mulher e o filho menor). O autarca admitiu que o facto de o bombeiro ter morrido em serviço “aumenta de sobremaneira a carga emocional” do momento. “Vai ser aberto um inquérito. A parte técnica, vamos deixar para os técnicos”, afirmou, lembrando a “pujança com que o incêndio deflagrou” na segunda-feira neste concelho do distrito de Viseu.

Paulo Ferreira não consegue ainda apontar a área já consumida pelas chamas no seu concelho, dizendo apenas que afetaram sobretudo as freguesias de Arcozelo das Maias e Ribeiradio.

O ministro da Administração Interna determinou, na segunda-feira, a abertura de um inquérito a este incêndio, que já alastrou aos concelhos de Sever do Vouga e de Águeda, no distrito de Aveiro.

Na segunda-feira à noite, o comandante nacional da Proteção Civil, Duarte da Costa, disse que Pedro Ferreira morreu “sem apresentar qualquer queimadura no corpo”, tendo agido “dentro daquilo que eram as suas normas e experiência, correndo para uma zona já queimada à espera de salvaguardar a sua integridade física, mas o fumo estava muito baixo e não permitiu isso”.

 

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