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Faturação dos vinhos da região do Dão cresceu mais de 18% em 2022 no mercado externo

O presidente da Comissão Vitivinícola Regional (CVR) do Dão, Arlindo Cunha, mostrou-se hoje orgulhoso do resultado de faturação da região demarcada no mercado externo, em 2022, ano durante o qual conseguiu um crescimento de 18,2% em valor.

De acordo com a CVR, os vinhos da Região Demarcada do Dão “continuam a destacar-se do panorama vinícola nacional e registaram o maior aumento nas exportações de vinhos em todo o país no ano passado”, tendo crescido “18,2% em faturação no mercado externo, um valor muito superior ao crescimento de 1,52% no conjunto dos vinhos portugueses”.

Aludindo a dados do Instituto Nacional de Estatística relativos ao mercado externo, a CVR explicou que, “entre janeiro e dezembro de 2022, em comparação ao período homólogo em 2021, os vinhos da Região Demarcada do Dão exportaram para 80 países e apresentaram um crescimento global de 1,3% em volume, 18,2% em valor e de 16,6% no preço médio litro”.

“A excelência e a qualidade dos nossos vinhos continuam a ser altamente reconhecidas tanto a nível nacional como internacional, o que nos deixa, naturalmente, muito orgulhosos”, afirmou Arlindo Cunha.

Segundo o responsável, o Dão tem conquistado “cada vez mais mercados e especialistas”, provando que “é um território cheio de potencial, competitivo e diferenciador”.

“Estes números de faturação no mercado externo são mais um passo significativo do nosso crescimento como região vinícola de referência, algo que no futuro queremos manter, consolidar e solidificar”, frisou.

Segundo a CVR, no último ano, os vinhos do Dão “faturaram mais de 24,5 milhões de euros com as vendas para o estrangeiro”, tendo como principais mercados de destino o Canadá, a Alemanha, os Estados Unidos da América, a Bélgica e o Brasil.

A CVR destacou também “o extraordinário desempenho no Reino Unido e na Espanha, que sobem 133% e 27% em volume, respetivamente”.

No que respeita à Zona Euro, “o Dão sobe 5% em volume e 8,7% no preço médio” e, nos países terceiros, atinge “um crescimento de 21% na faturação e de 22% no preço euro por litro, representando 64% das vendas no mercado externo”, acrescentou.

 

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