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Em Viseu 40 Bombeiros Voluntários pedem afastamento de funções

Em Comunicado enviado à imprensa, 40 Bombeiros pertencentes aos Voluntários de Viseu pediram a passagem à inatividade no quadro, onde regerem “factos e episódios desagradáveis e lamentáveis, que vêm acontecendo no seio da Corporação, pela forma como este tem vindo a ser gerido quer ao nível institucional, quer ao nível operacional”.

A situação levou a que “mais de duas dezenas de operacionais de diversas categorias, desde as Chefias mais antigas até Bombeiros mais novos, decidiram tomar a decisão de solicitar ao Comandante Interino, Adjunto de Comando do CB, gozo de licenças tais como a passagem à Inatividade no Quadro, durante o período máximo de um ano, situação prevista na legislação em vigor”.

Em causa está a apresentação do novo comandante em que “após o futuro Comandante ter usado da palavra, os dirigentes da AHBVV rapidamente saíram do quartel deixando tudo e todos, ou pelo menos uma grande maioria sem reação e boquiabertos”.

A viver dificuldades sérias dificuldades económicas, sem dinheiro para pagar as horas extraordinárias aos elementos profissionais e com várias viaturas operacionais avariadas os voluntários indicam que “o futuro Comandante do CB irá usufruir de um vencimento que pode chegar a ser o triplo do vencimento da maior parte dos contratados da AHBVV, que é o ordenado mínimo nacional”.

E pretendiam questionar a Direção sobre “a razão de não ter escolhido nenhum elemento do CB para ocupar o cargo, onde existem elementos com CV bem mais rico, sem que isso represente um agonizar da situação financeira.

A não ser que estejamos perante um milagre, em termos financeiros, se estamos mal, a matemática é simples, se acrescentamos despesa sem aumento de receita, a situação ficará ainda pior, mas isso o tempo encarregar-se-á de nos dar ou não razão”, adiantam em nota de imprensa.

Em causa estão ainda as horas extraordinárias devidas aos operacionais que garantem o Posto de Emergência Médica, “cuja escala de serviço remeteu para mais de 100 horas extra mensais até dia 30 de setembro” mas entretanto “foi informado aos TAS, por dirigentes da AHBVV e pelo diretor de serviços contratado da AHBVV, que não iriam receber horas extras pois a AHBVV não tinha dinheiro para pagar as mesmas.

Relembramos que cada um desses TAS efetuou mais de 100 horas extras por mês”. E perguntam se “há dinheiro para um Comandante pago quando existem soluções sem encargos?” e “não existe dinheiro para pagar horas extras a quem as fez?”

A finalizar os bombeiros alertam para questões graves de inoperacionalidade: “de 2017 a 2020 nem um único bombeiro foi formado”, a existência de vários veículos, entre ambulâncias e veículos de combate a incêndios inoperacionais” e a colocação em estado “inoperacional” da ambulância INEM, “entre 2 e 6 de outubro, por falta de tripulação no turno entre as 23h e as 08h do dia seguinte, período que deveria ser assegurado por operacionais voluntários”.

(Fonte: Bombeiros TV)

 

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