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Deputados do PS Viseu questionam Governo sobre financiamento do Conservatório de Música e Artes do Dão

Durante os últimos anos o Município de Santa Comba Dão teve a oportunidade de trabalhar em parceria com o Conservatório de Música e Artes do Dão (CMAD).

Um Conservatório que demonstra diariamente a sua competência e qualidade profissional em várias valências, referem em comunicado dos deputados do PS na Assembleia da República, José Rui Cruz e Lúcia Araújo da Silva, sendo um pilar na dinamização desta região quer ao nível do ensino especializado, quer ao nível cultural, testemunhado pelo visível pleno de inúmeras realizações, conquistas e sucesso alcançado e atestado pelos milhares de munícipes que assistiram aos inúmeros espetáculos levados a efeito pelo território e atestado também pelos playeres com responsabilidades culturais, associativas e políticas.

Facto que é subscrito pelos municípios vizinhos de Tábua e do Carregal do Sal, com os quais também existe um protocolo entre o CMAD e os respetivos agrupamentos de escolas e Câmaras Municipais no âmbito da lecionação do Curso Secundário de Música.

A acrescentar, realçam os deputados, o papel do CMAD que tem sido decisivo, considerando uma panóplia de profissionais, com provas dadas a nível profissional, a prosseguir estudos em Universidades da Europa ou já a trabalhar em Orquestras e Coros Nacionais e Internacionais de grande renome.

Contudo, e pese embora a relevância do CMAD quer para os territórios, quer para os seus alunos, atualmente confronta-se com o problema de número de vagas financiadas atribuídas à citada instituição no ensino secundário.

Assim, e atendendo à necessidade premente de garantir o ensino secundário articulado aos alunos do CMAD, a partir do próximo ano letivo, bem como à necessidade urgente de garantir o respetivo funcionamento, José Rui Cruz e Lúcia Araújo da Silva, questionam aos Ministros da Educação e Finanças se o financiamento ao CMAD poderá ser atingido através do mecanismo de flexibilização de verbas dos contratos vigentes dos concursos dos ciclos de estudos 2018-2024; de 2020-2026 e de 2022-2028 uma vez que as mesmas estão já cabimentadas e contratualizadas e poderiam ser redirecionadas para o ensino dos alunos que pretendendo prosseguir os seus estudos não têm financiamento para os mesmos?

 

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