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COVID-19: Região Viseu Dão Lafões lamenta “total desnorte” na realização de testes

Os autarcas da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões lamentaram hoje o “total desnorte” que se tem verificado nos últimos dias relativamente aos procedimentos necessários para efetuar os testes da covid-19 na região.

Em comunicado, a CIM lembra que foram encetados contactos “com entidades privadas para que, numa lógica de complementaridade com a rede pública, se instalassem unidades de rastreio à Covid-19 na cidade de Viseu”.

O objetivo era “garantir a necessária capacidade de resposta à população na esfera do Centro Hospitalar Tondela Viseu”, o que se verifica desde quarta-feira, acrescenta.

A CIM lembra que, de acordo com a ministra da Saúde e as recomendações da Organização Mundial de Saúde, a realização de testes “assume particular importância”, tendo a governante até referido “que passaria a existir, nesta nova fase da pandemia, a possibilidade de prescrição direta de testes pela linha Saúde 24”.

“A Direção-Geral da Saúde emitiu também orientações para reforçar e generalizar os testes”, desde a entrada na fase de mitigação, acrescenta.

No entanto, segundo a CIM, apesar destas orientações, tem-se verificado na região “um total desnorte relativamente a todos estes procedimentos, com relatos de vários cidadãos, que, embora referenciados para fazer testes da Covid-19”, não o conseguem, por causa de “burocracias inúteis”.

Neste âmbito, os autarcas da CIM Viseu Dão pedem às autoridades de saúde pública locais e regionais que “assumam a sua autonomia e

responsabilidade, de forma a tirar partido da capacidade instalada para a realização de testes” na região, concretamente na cidade de Viseu.

Desde quarta-feira, o Pavilhão Multiusos de Viseu acolhe um centro de rastreio para despistagem do novo coronavírus, com capacidade máxima para 144 testes por dia.

“É preciso que as autoridades públicas de saúde aproveitem, agora, este reforço da capacidade instalada em Viseu, se possível já a partir de hoje”, disse, na altura, o presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques.

O centro de rastreio foi instalado pelo município, em articulação com a Administração Regional de Saúde do Centro e a Unilabs Portugal. Para a realização da colheita de amostras (através da introdução de zaragatoa no nariz), os cidadãos não necessitam de sair da sua viatura.

De acordo com a autarquia, “o centro de rastreio pode efetuar 100 testes diários, embora tenha uma capacidade instalada para chegar até aos 144”.

 

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