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Covid-19: Carregal do Sal lamenta fecho de restaurantes

O presidente da Câmara de Carregal do Sal lamentou o facto de o concelho não avançar no desconfinamento e admitiu não compreender porque os restaurantes continuam fechados quando os supermercados estão cheios.

“Todos nos sentimos tristes aqui no concelho. Eu sinto-me triste como presidente da Câmara, porque vejo os restaurantes sem possibilidade de realizar vendas e, neste momento, são os mais prejudicados. As esplanadas estão abertas e o comércio local está aberto, mas os restaurantes não”, apontou Rogério Mota Abrantes.

O presidente contou à agência Lusa que “os supermercados estão abertos e juntam-se lá dentro às dezenas e dezenas de pessoas, por vezes, porque já não há controlo na entrada, como acontecia no início da pandemia, que tinham esse cuidado”.

“As pessoas entram independentemente de estar cheio ou não. Às vezes passo e vejo os parques de estacionamento completamente cheios. Aí está tudo bem, mas quem sou eu para levantar questões ou problemas, não sou ninguém. Mas depois os restaurantes não podem ter quatro pessoas, nem que seja só de uma família, numa mesa afastada. É lógico? Eu não acho”, manifestou.

Rogério Mota Abrantes disse que “não há nada a fazer, as ordens vêm de cima e a partir do momento em que os números são ultrapassados, nada feito” e, por isso, o desejo “é baixar para o mínimo de 10 casos, para o concelho não continuar a atrasar o desconfinamento”.

 “Neste momento, temos 11 casos ativos, mas como a população é relativamente baixa ultrapassamos os 120 e sofremos na pele essa consequência”, lamentou à agência Lusa Rogério Mota Abrantes.

O presidente contou que “apareceu um caso ali e outro acolá” e, entretanto, “houve um deles que passou aos restantes elementos da família e foram logo contabilizados quatro casos”, algo que “não acontecia antes, no início, ficava praticamente num dos elementos, agora não”.

Oito concelhos dos 278 existentes em Portugal continental não avançam para a quarta e última fase do atual plano de desconfinamento, a partir de sábado, no âmbito da situação de calamidade devido à pandemia.

 

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