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Companhia ArDemente transporta universo de Shakespeare para centro histórico de Viseu

Músicas, histórias e poesias de Shakespeare fazem parte das propostas da companhia de teatro ArDemente para um passeio pelo centro histórico de Viseu, no âmbito do espetáculo “Andamento 1616”, que decorrerá no fim de semana.

A companhia de teatro transportará o universo de Shakespeare para o centro histórico de Viseu, num espetáculo em formato de percurso sonoro, durante o qual os participantes estarão munidos de auscultadores.

Aos membros da companhia Emanuel Santos, Gabriel Gomes e Roberto Terra, que são responsáveis pela criação e dramaturgia, junta-se a atriz Joana Martins, que será a voz que acompanha o público ao longo deste passeio, tendo como ponto de partida o Museu de História da Cidade de Viseu.

Segundo Emanuel Santos, “o desafio passou por questionar o universo de Shakespeare e perguntar-lhe: o que é que isto tudo tem a ver connosco?”.

“Encontramos respostas e novas ligações com os lugares do centro histórico, porque, mesmo carregados de passado, eles ainda se inscrevem na história contemporânea”, referiu o cocriador do espetáculo.

Com uma lotação de dez pessoas por sessão, “Andamento 1616” terá quatro sessões no sábado e outras quatro no domingo.

Esta criação está integrada no projeto “Shakespeare is whaaat?”, uma programação da companhia que irá acontecer na cidade até ao final do ano e que contempla oficinas, espetáculos, conversas e uma residência artística.

O projeto “Shakespeare is whaaat?” tem financiamento do município de Viseu, através do programa de apoio Eixo Cultura.

“Andamento 1616” surgiu depois de a companhia ter apresentado “Andamento 3500”, pelos jardins da cidade de Viseu, e “Andamento 3600”, no município de Castro Daire.

“Da necessidade de escapulir ao espaço cénico convencional, surge Andamento, um espetáculo-percurso sonoro criado ‘in loco’, em que acompanhamos o público, dando-lhes a ver e a ouvir os espaços por onde passam todos os dias, invocando novas impressões, sensações e memórias. As pessoas, os monumentos, os jardins, as árvores, dão-nos a conhecer a cidade como nunca foi ouvida antes”, explicou a companhia.

 

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