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Castro Daire cria escola municipal de natação adaptada

A Câmara de Castro Daire criou uma escola municipal de natação adaptada para incluir crianças e jovens com necessidades especiais na aprendizagem da modalidade ou para desenvolverem técnicas para alta competição, disse esta segunda-feira o vereador de Desporto.

“Vamos ter duas vertentes. Numa parte inicial, enquanto escola, para este tipo de alunos, mas com a ambição de formar atletas de natação adaptada que possam integrar projetos de alto rendimento na modalidade”, explicou Pedro Pontes.

O vereador do Desporto, Juventude e Cultura da Câmara de Castro Daire contou à agência Lusa que a escola municipal de natação adaptada, formalizada agora, tem como embaixador Marco Meneses, um atleta invisual que marcará presença nas próximas competições paralímpicas.

“A escola municipal foi evoluindo, não só com o ensino, mas também com treinos, e temos vindo a colher alguns frutos já com alguns atletas federados, alguns com estatuto de alto rendimento, como são Ana Sofia Pina e Marco Meneses”, contou.

Assim, no âmbito do trabalho realizado com Marco Meneses, desde a sua formação até ao alto rendimento, a Câmara começou a trabalhar na criação desta escola em parceria com o agrupamento de escolas, com a Federação Portuguesa de Natação (FPN) e com a Associação de Natação Centro Norte de Portugal (ANCNP).

“Evoluímos no que temos vindo a fazer, maturámos a possibilidade de irmos mais ao fundo e ao pormenor e começámos a trabalhar crianças com necessidades especiais e acabou por se concretizar este projeto de escola municipal de natação adaptada”, explicou.

A escola agora criada já conta com quatro técnicos de desporto “devidamente capacitados para as aulas de natação adaptada” e, agora, com a ajuda do agrupamento de escolas, vão trabalhar com os alunos com necessidades educativas especiais.

“O agrupamento já tem identificados estes alunos que frequentam a piscina para atividades em contexto lúdico e, agora, que têm já um contexto aquático, é dar-lhes algo mais e, numa primeira instância, capacitação para saberem nadar e, depois, numa fase posterior, para os que têm essas competências muito mais vincadas, para o alto rendimento”, como Marco Meneses, adiantou.

Pedro Pontes explicou que o objetivo “é integrá-los numa modalidade que é possível, que é federada e onde podem chegar a um patamar que os motive e que os faça sentir uma mais-valia para a sociedade”.

“Vai ser muito mais criterioso e rigoroso o ensino da natação adaptada e a grande mais-valia é esta uniformização de processos que vão ser implementados com esta parceria conjunta. Deixamos de ter uma metodologia de ensino isolada e desintegrada, para passarmos a ter uma metodologia acompanhada e teremos monitorização de treinos e aulas”, concluiu.

 

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