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Autarcas: Ricardo Fradão (Chega) aposta em quatro áreas de intervenção para Moimenta da Beira

O candidato do Chega à Câmara Municipal de Moimenta da Beira, Ricardo Fradão, diz que tem um plano de execução para quatro anos que assenta em quatro premissas: trabalho, saúde, educação e segurança.

“A primeira mudança a fazer é mudar o tipo de política que se faz, em que os candidatos aparecem nas eleições, de quatro em quatro anos, e depois ficam fechados nos gabinetes e não dão satisfações a quem os elege”, começou por dizer Ricardo Fradão.

O candidato acrescentou que “não há promessas nem compromissos, há sim um plano de execução como se faz numa empresa, porque as câmaras devem ser geridas como empresas, e o plano é para cumprir”.

“Não somos donos das câmaras, somos empregados e o presidente também é. Há um plano de execução que tem de ser cumprido em quatro anos e se não for, na empresa sou despedido, na câmara tem de ser igual”, argumentou.

Assim, do plano que o candidato do Chega vai apresentar “por estes dias” fazem parte “quatro premissas: saúde, educação, trabalho e segurança, porque, sem estas, não se consegue atrair novos residentes, nomeadamente saídos de Lisboa ou Porto” como ele próprio fez há cerca de um ano.

Natural de Lisboa, marcou “sempre presença nas férias de verão” em Moimenta da Beira, terra natal da mãe e que escolheu para residir com a sua família, mulher e dois filhos, “há cerca de um ano, explicou o candidato, de 38 anos, empresário com negócios em Lisboa na restauração, apesar da sua área de trabalho ser “mais a gestão e marketing”.

“Em Moimenta da Beira só há dois sítios onde é possível trabalhar, ou na câmara ou nos bombeiros e depois há os cafés e pastelarias, não há rigorosamente mais nada, a não ser isto e a agricultura”, referiu o candidato que, entre outros projetos, quer “um polo tecnológico, onde possa haver, por exemplo, uma ‘call center’ ou outros serviços”.

Na área da segurança, continuou, preconiza a “criação de polícia municipal, para que possa fazer face a vários pormenores onde a GNR não consegue chegar, ou por falta de meios ou de efetivos, que é um dos problemas do interior, a falta de meios para chegar a todo o lado”.

“Aqui a polícia municipal pode dar uma grande ajudar, estar mais perto e atenta ao cidadão e libertar a GNR para outro tipo de preocupações e, com isso, criamos a tal base de segurança que é necessária no interior para se viver”, defendeu.

Para a educação, o plano é “alargar a escola secundária, porque não se pode querer mais jovens e famílias jovens, se depois não há capacidade de os acolher nas escolas existente, por falta de espaço”.

Na saúde, continuou, Ricardo Fradão considerou que Moimenta da Beira “tem um serviço de unidade básica muito bom, mas tem de ser aumentado também”, pelas mesmas razões de que, se a vontade é aumentar a população, “também é necessário aumentar serviços”.

“Praticamente queremos uma mudança que permita captar mais pessoas e que as pessoas se sintam seguras em tomar a decisão de saírem de outras cidades para virem para Moimenta, sabendo que têm cá trabalho e sítio para colocar os filhos e onde nos sentimos em segurança”, sintetizou.

Desafiado pela distrital de Viseu do Chega, partido de que é militante, “praticamente desde a fundação”, Ricardo Fradão disse que aceitou, porque quer “combater o medo existente das pessoas dizerem que são do Chega e depois serem prejudicadas no próprio trabalho” e porque entende que os jovens, principalmente da sua geração, “devem ser mais ativos na política”.

À presidência da Câmara Municipal de Moimenta da Beira concorrem também, nas eleições marcadas para 26 de setembro, Augusto Praça (CDU), Jorge Costa (PSD/CDS-PP) e Paulo Figueiredo (PS).

A autarquia está nas mãos do socialista José Eduardo Ferreira que completa três anos de mandato, ficando impedido de se recandidatar, devido à limitação imposta por lei. Em 2017, conquistou quatro mandatos (52,53% dos votos), o PSD alcançou dois (22,49%) e o CDS-PP um (12,22%) mandato.

Nessa altura, Moimenta da Beira tinha 10.900 inscritos, tendo votado 56,22% do eleitorado.

 

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