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Assembleia Municipal de Viseu quer isenção da portagem de Fagilde da A25

A Assembleia Municipal de Viseu pediu hoje ao Governo que isente os condutores do pagamento da portagem de Fagilde da autoestrada 25 (A25), enquanto durarem as obras na Ponte de Prime, na Estrada Nacional (EN) 16.

A deputada municipal Carolina Gomes, do BE, lembrou que o troço entre Viseu e Mangualde da EN16 está cortado desde 24 de janeiro, no âmbito da empreitada de reabilitação da Ponte de Prime (que tem um prazo previsto de 90 dias), e que “esta via é a única alternativa gratuita à A25”.

“Todas as pessoas que vivem em Viseu e trabalham em Mangualde, e vice-versa, ficam impedidas de usar aquele trajeto, sendo obrigadas a pagar portagem na A25. O leque de pessoas afetadas estende-se ainda a outras regiões para movimentos pendulares, sejam eles no âmbito do trabalho ou familiar”, alertou.

Neste âmbito, Carolina Gomes apresentou uma moção, que foi aprovada por maioria (com 11 abstenções), a “invocar o precedente da EN2/A24” e a “defender a isenção automática da portagem de Fagilde na A25 a quem apenas passa nesse pórtico”.

A deputada bloquista lembrou o que aconteceu na sequência de uma derrocada causada pela tempestade Elsa, em dezembro de 2019, que levou ao corte da EN2, em Castro Daire, considerando que, “também neste caso, poderia ser aplicada a mesma solução”.

Ou seja, o Governo deveria “isentar de portagens o pórtico de Fagilde, na A25, aos utilizadores da EN16 que são obrigados a utilizar esta via para se deslocarem, enquanto durarem as obras de requalificação da ponte de Prime”, sendo que “essa isenção, à semelhança da solução para a EN2/A24, deve ser automática a quem apenas passe naquele pórtico”, acrescentou.

O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas (PSD), lembrou que a autarquia já garantiu o ressarcimento das despesas extra com portagens a “quem trabalha em Viseu ou tem necessidade de sair de Viseu para ir trabalhar”.

E, dirigindo-se aos membros da bancada do PS, sugeriu-lhes que reivindiquem “a anulação de vez do pórtico respetivo (entre Mangualde e Viseu)”, ficando assim “o problema resolvido definitivamente”.

“O que se verifica é que as pessoas são reivindicativas, e bem, junto da autarquia. Quando é para reivindicar junto ao Terreiro do Paço, são muito mais meigas, muito mais macias”, lamentou.

O PSD absteve-se na votação com o argumento de que discutir apenas um pórtico não é a maneira “mais razoável de abordar” o pagamento de portagens na A25.

“Partindo do princípio de que tem de haver uma igualdade perante todos na circulação da autoestrada, não é só o pórtico de Prime (Fagilde), certamente, que estará com problema. O problema é o pagamento das portagens em toda a sua extensão”, considerou o deputado social-democrata Pedro Alves.

Durante a Assembleia Municipal, Fernando Ruas disse que, enquanto presidente da Comunidade Intermunicipal de Viseu Dão Lafões, esteve reunido com as Infraestruturas de Portugal e aferiu do “estado e dos constrangimentos que o projeto da duplicação do IP (Itinerário Principal) 3 tem tido”.

“Foi-nos explanado um conjunto de problemas e de definições que é necessário tomar para que não condicionem este projeto. Como região, não podemos deixar, no entanto, de ambicionar uma autoestrada” a ligar Viseu e Coimbra, frisou.

 

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