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Assembleia Municipal de Viseu aprova orçamento de 140 ME sem votos contra

orçamento municipal para 2022 no valor de cerca de 140 milhões de euros (ME), o “maior de sempre”, segundo o presidente da Câmara, Fernando Ruas.

“Temos um orçamento da Câmara que é o maior de sempre, tem previstos 140,4 ME e está distribuído da seguinte forma: 119 ME são do orçamento do município propriamente dito e 21,4 ME têm a ver com o orçamento dos serviços municipalizados”, disse Fernando Ruas.

O orçamento para 2022 foi aprovado pela Assembleia Municipal, com 34 votos a favor e 14 abstenções, depois de ter sido aprovado pelo executivo social-democrata na reunião do dia 09 de dezembro, com a abstenção da oposição, os quatro vereadores socialistas.

Para Fernando Ruas, este “é marcadamente um orçamento que tem muito daquilo que resulta do trabalho anterior, assim como das opções que se fizeram, nomeadamente com as empreitadas que foram decididas” antes da sua tomada de posse, em 13 de outubro.

O documento, assumiu, “está influenciado por aquilo que foram as decisões legítimas tomadas anteriormente” e, por isso, o executivo decidiu também “manter o desconto na fatura da água, para 2022, uma redução de 20% para as famílias”.

“Mantivemos algumas das decisões anteriores que foram tomadas em situação pandémica ainda mais extrema do que vivemos [agora], mesmo assim decidimos manter tudo o que vinha do executivo anterior”, justificou.

Ruas considerou que o orçamento “tem uma fiscalidade bem amiga”, que “é mesmo amiga do cidadão”, uma vez que “a Câmara poupa, ou devolve aos cidadãos, uma quantia de 8,45 ME”, uma “receita de que a Câmara abdica”, fruto das “reduções que faz nas taxas e nos impostos municipais”.

“É um orçamento que consegue um objetivo que os serviços tentam cumprir, ou seja, com as receitas correntes superiores às despesas correntes, o que significa que aquilo que se pode poupar” é para investimento – “este orçamento tem esta particularidade”, defendeu.

Os vereadores da bancada socialista, liderados por João Azevedo, abstiveram-se na votação do documento, na reunião do executivo camarário, porque o presidente “deu continuidade ao executivo anterior sem ter a ambição e a originalidade” de elaborar um orçamento “adequado aos tempos de hoje”.

 

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