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ACERT celebra 30 anos de Tom de Festa com edição nómada por Tondela

O Tom de Festa tem este ano uma edição inédita de oito dias e nómada em que o festival marca presença em quatro freguesias de Tondela e estreia uma ópera ao ar livre, anunciou a ACERT.

Milton Gulli, Ana Alcaide, Pao Barreto, o ‘rapper’ Valete e Moonlight Benjamin são presenças confirmadas neste Tom de Festa.

Também confirmados estão Bruno Pernadas, Aníbal Zolas, Roncos do Diabo, Dino d’Santiago, Ningue Ningue, César Prata e Guze, a orquestra que fecha o festival.

As tardes de sábado são preenchidas pela Fanfarra Káustika que percorre várias localidades e atua junto ao rio, em Mosteiro de Fráguas; João Pais Filipe, em Sangemil, e La Trocamba Matanusca, um grupo de folk, de Valência, Espanha.

“Este ano, na nossa 30.ª edição, a grande novidade é que será nómada, ou seja, vamos percorrer, além do espaço Novo Ciclo ACERT, as freguesias de Mosteiro de Fráguas, de Lajeosa do Dão [em Sangemil] e de Ferreirós do Dão”, anunciou o diretor artístico.

José Rui Martins justificou a presença nestas três freguesias, fora da sede da ACERT, “pela particularidade que têm em comum e que as une: têm uma zona ribeirinha e que são tesouros de bem-estar e que a população vai acarinhando como o seu local de eleição”.

“Escolher essas paisagens naturais para fazer o festival demonstra, por um lado, o nosso interesse na descentralização e, por outro, unimo-nos com o tecido associativo desses locais para darmos uma identidade que o espaço já confere e que levamos com as nossas iniciativas, em conjunto com as juntas de freguesia e o tecido associativo”, explicou.

No entender da direção da ACERT, “são locais afetivos e de convívio que merecem uma projeção junto do grande público que, normalmente, não conhece estes espaços paradisíacos” e, desta forma, “é associar a música ao desenvolvimento regional”.

“No fundo é contrariar algumas assimetrias que existem mesmo entre o espaço urbano, a cidade de Tondela, e estas freguesias que merecem o melhor e a fruição cultural mais direta, implicando-as no processo”, defendeu.

O diretor artístico defendeu que “é uma troca, porque a ACERT leva as músicas do mundo que caracterizam o festival, mas as freguesias também partilham os seus espaços, vão receber e criar a hospitalidade necessária a quem marcar presença e à própria organização”.

Cada uma das freguesias, explicou, “tem uma única organização em cada um dos locais, porque a ACERT não cai lá de paraquedas, integra-se com as outras forças associativas e culturais para dignificar o festival”.

Assim, além dos concertos do festival, “em cada uma das freguesias há visitas que o público pode fazer no sábado à tarde, desde a queijaria em Ferreirós [do Dão], à prova de vinhos, em Lajeosa do Dão e uma grande surpresa em Mosteiro de Fráguas”.

“No fundo, o público pode fruir da identidade de cada uma das freguesias enquanto estamos a proporcionar quatro ‘Tons de Festa’, porque são quatro fins de semana de programação em quatro locais, entre 01 e 23 de julho, sempre à sextas e sábados”, assumiu.

Ou seja, em vez dos habituais três a quatro dias de festival são oito em quatro locais diferentes o que se traduz, segundo a organização, num “processo trabalhoso, mas também empenhado e apaixonante, e muito pesado do ponto de vista orçamental”.

“Apesar de não ser possível fazer isto todos os anos, neste momento, a descentralização do festival parece-nos uma particularidade irreversível, pela forma como foi acolhida a ideia por todos”, assumiu.

Do programa, José Rui Martins sublinhou a “multiculturalidade própria do Tom de Festa com artistas nacionais e internacionais que continua a atrair pessoas de várias regiões e que torna o festival muito diversificado”.

Em Ferreirós do Dão “vai acontecer uma particularidade que nunca foi experimentada no Tom de Festa, ou seja, uma ópera que conta com mais de 50 intérpretes, em coprodução com outros teatros”.

“’Ópera com Todos’ é o nome do espetáculo que [se] vai estrear no Tom de Festa e que conta com mais de 50 intérpretes que se dividem entre orquestra e cantores com forte componente regional sendo a grande maioria dos intérpretes de Tondela, Santa Comba Dão, Coimbra, Aveiro e Guarda”, especificou.

Este espetáculo é uma coprodução do Novo Ciclo ACERT com a Casa Municipal da Cultura de Seia, Guarda, da oficina Municipal de Teatro, do Teatrão de Coimbra e do Cine Teatro de Estarreja, Aveiro, por onde a “Ópera com Todos” vai passar até dezembro.

O Tom de Festa tem este ano uma edição inédita de oito dias e nómada em que o festival marca presença em quatro freguesias de Tondela e estreia uma ópera ao ar livre, anunciou a ACERT.

Milton Gulli, Ana Alcaide, Pao Barreto, o ‘rapper’ Valete e Moonlight Benjamin são presenças confirmadas neste Tom de Festa.

Também confirmados estão Bruno Pernadas, Aníbal Zolas, Roncos do Diabo, Dino d’Santiago, Ningue Ningue, César Prata e Guze, a orquestra que fecha o festival.

As tardes de sábado são preenchidas pela Fanfarra Káustika que percorre várias localidades e atua junto ao rio, em Mosteiro de Fráguas; João Pais Filipe, em Sangemil, e La Trocamba Matanusca, um grupo de folk, de Valência, Espanha.

“Este ano, na nossa 30.ª edição, a grande novidade é que será nómada, ou seja, vamos percorrer, além do espaço Novo Ciclo ACERT, as freguesias de Mosteiro de Fráguas, de Lajeosa do Dão [em Sangemil] e de Ferreirós do Dão”, anunciou o diretor artístico.

José Rui Martins justificou a presença nestas três freguesias, fora da sede da ACERT, “pela particularidade que têm em comum e que as une: têm uma zona ribeirinha e que são tesouros de bem-estar e que a população vai acarinhando como o seu local de eleição”.

“Escolher essas paisagens naturais para fazer o festival demonstra, por um lado, o nosso interesse na descentralização e, por outro, unimo-nos com o tecido associativo desses locais para darmos uma identidade que o espaço já confere e que levamos com as nossas iniciativas, em conjunto com as juntas de freguesia e o tecido associativo”, explicou.

No entender da direção da ACERT, “são locais afetivos e de convívio que merecem uma projeção junto do grande público que, normalmente, não conhece estes espaços paradisíacos” e, desta forma, “é associar a música ao desenvolvimento regional”.

“No fundo é contrariar algumas assimetrias que existem mesmo entre o espaço urbano, a cidade de Tondela, e estas freguesias que merecem o melhor e a fruição cultural mais direta, implicando-as no processo”, defendeu.

O diretor artístico defendeu que “é uma troca, porque a ACERT leva as músicas do mundo que caracterizam o festival, mas as freguesias também partilham os seus espaços, vão receber e criar a hospitalidade necessária a quem marcar presença e à própria organização”.

Cada uma das freguesias, explicou, “tem uma única organização em cada um dos locais, porque a ACERT não cai lá de paraquedas, integra-se com as outras forças associativas e culturais para dignificar o festival”.

Assim, além dos concertos do festival, “em cada uma das freguesias há visitas que o público pode fazer no sábado à tarde, desde a queijaria em Ferreirós [do Dão], à prova de vinhos, em Lajeosa do Dão e uma grande surpresa em Mosteiro de Fráguas”.

“No fundo, o público pode fruir da identidade de cada uma das freguesias enquanto estamos a proporcionar quatro ‘Tons de Festa’, porque são quatro fins de semana de programação em quatro locais, entre 01 e 23 de julho, sempre à sextas e sábados”, assumiu.

Ou seja, em vez dos habituais três a quatro dias de festival são oito em quatro locais diferentes o que se traduz, segundo a organização, num “processo trabalhoso, mas também empenhado e apaixonante, e muito pesado do ponto de vista orçamental”.

“Apesar de não ser possível fazer isto todos os anos, neste momento, a descentralização do festival parece-nos uma particularidade irreversível, pela forma como foi acolhida a ideia por todos”, assumiu.

Do programa, José Rui Martins sublinhou a “multiculturalidade própria do Tom de Festa com artistas nacionais e internacionais que continua a atrair pessoas de várias regiões e que torna o festival muito diversificado”.

Em Ferreirós do Dão “vai acontecer uma particularidade que nunca foi experimentada no Tom de Festa, ou seja, uma ópera que conta com mais de 50 intérpretes, em coprodução com outros teatros”.

“’Ópera com Todos’ é o nome do espetáculo que [se] vai estrear no Tom de Festa e que conta com mais de 50 intérpretes que se dividem entre orquestra e cantores com forte componente regional sendo a grande maioria dos intérpretes de Tondela, Santa Comba Dão, Coimbra, Aveiro e Guarda”, especificou.

Este espetáculo é uma coprodução do Novo Ciclo ACERT com a Casa Municipal da Cultura de Seia, Guarda, da oficina Municipal de Teatro, do Teatrão de Coimbra e do Cine Teatro de Estarreja, Aveiro, por onde a “Ópera com Todos” vai passar até dezembro.

 

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