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Município de Viseu vai construir ETAR de nova geração que custará mais de 3,5 ME

O município de Viseu vai construir uma Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de nova geração que servirá Silgueiros, Oliveira de Barreiros e Póvoa de Muscos, um investimento superior a 3,5 milhões de euros, de forma a “melhorar as condições de vida e saúde pública de mais de 3.000 viseenses”.

“O objetivo é garantir o tratamento adequado das águas residuais domésticas da freguesia de Silgueiros e das povoações de Oliveira de Barreiros e Póvoa de Muscos, na freguesia de São João de Lourosa, de acordo com os requisitos e processos mais avançados, definidos pela legislação mais recente, e desativar as ETAR de Passos de Silgueiros e Lages de Silgueiros”, salientou Conceição Azevedo, Vice-presidente da Câmara de Viseu.

Segundo a autarquia, o projeto de execução integra “a interligação das redes existentes, pequenas ampliações que permitirão servir alguns locais que atualmente não estão dotados de redes de saneamento básico e uma nova ETAR”.

“A maioria destas estações foram construídas em 1998, com um horizonte de projeto de 20 anos, como são os casos da ETAR de Lajes, ETAR de Passos e ETAR de Loureiro. Considerando que se aproxima o fim do tempo de vida útil da maioria das ETAR referidas, é fundamental avançar para uma nova solução, alinhada com a mais recente legislação”, refere a vice-presidente da autarquia.

Com a nova ETAR de Silgueiros será possível “dar cabal cumprimento ao atualmente exigido pela Agência Portuguesa do Ambiente, isto é, dispor de tratamento mais avançado que o secundário com remoção de azoto total e fósforo total”, além do cumprimento de outros parâmetros impostos por lei.

“A infraestrutura permitirá um tratamento às águas residuais mais avançado do que o atualmente é feito, de forma a beneficiar o meio recetor em termos ambientais e de saúde pública. Após a sua implementação, permitirá ainda desativar quatro ETAR e duas fossas séticas coletivas, havendo consequentemente um aumento da eficiência dos recursos humanos e materiais afetos à atual operação das ETAR existentes, com uma redução dos custos por via de uma economia de escala”, referiu ainda Conceição Azevedo.

A autarquia estima que sejam precisos mais de 3,5 milhões de euros para “as obras inerentes às pequenas ampliações e ligações entre bacias de saneamento e construção de uma nova ETAR”.

 

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