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17 forças políticas apresentaram listas de candidatos a deputados pelo círculo de Viseu às eleições legislativas

De acordo com as listas afixadas no Tribunal de Viseu, que a agência Lusa consultou, os 17 partidos que concorrem, por ordem do boletim de voto, são: Chega, CDS-PP, Livre, PTP, Volt Portugal, PS, PSD, E, PAN, R.I.R., ADN, PCP-PEV, MAS, BE, IL, MPT e Nós,Cidadãos.

O distrito de Viseu elege desde 2019 oito deputados à Assembleia da República (AR) e, atualmente, o Partido Social Democrata (PSD) tem quatro e o Partido Socialista (PS) outros tantos representantes.

O PSD concorre a estas eleições com um novo cabeça de lista, Hugo Martins de Carvalho, deixando “cair” o presidente da distrital do partido, Pedro Alves, de 49 anos, que cumpriu cinco legislaturas.

Hugo Carvalho, 31 anos e engenheiro de profissão, chegou à AR pela primeira vez nas eleições de 2019, pelo círculo do Porto, foi presidente do Conselho Nacional da Juventude do PSD e é deputado na Assembleia Municipal de Viseu.

O PS mantém o cabeça de lista João Azevedo que deixou, em 2019, a presidência da Câmara de Mangualde, que liderava desde 2009, para se tornar deputado nacional e agora recandidata-se depois de perder a corrida à Câmara de Viseu, nas últimas eleições autárquicas.

O Bloco de Esquerda (BE), que em 2019 foi a terceira força política no distrito, apresentou Manuela Antunes, antiga candidata à Câmara de Viseu, e o CDS-PP colocou Manuel da Conceição Marques, do concelho de Nelas, em cabeça de lista.

A CDU, coligação do Partido Comunista Português e do Partido Ecologista Os Verdes (PCP-PEV), tem à cabeça Alexandre Hoffmann, de Lamego, e do Pessoas-Animais-Natureza (PAN) a antiga candidata à Assembleia Municipal de Viseu, Carolina Almeida.

O Chega é encabeçado pelo presidente da distrital, João Tilly, o Partido Reagir-Incluir-Reciclar (R.I.R.) por Paula Teixeira, residente em Lousada (Porto) e a Iniciativa Liberal (IL) por Sérgio Figueiredo.

O Livre (L) apostou em Miguel Won (residente em Lisboa); o Partido Trabalhista Português (PTP) em Paulo Rodrigues (residente em Lisboa) e o Ergue-Te! (E) em Vítor Ramalho (residente em Cantanhede, distrito de Coimbra).

O Nós, Cidadãos! (NC) tem no lugar cimeiro Ana Barreto; o Volt Portugal (VP) Tânia Campos; o Partido da Terra (MPT) Norberto Albuquerque; a Alternativa Democrática Nacional (ADN) Gonçalo Pereira e o Movimento Alternativa Socialista (MAS) Maria Cosme.

A lista apresentada pelo Estamosjuntos — PPM/PURP foi rejeitada pelo Tribunal de Viseu e depois pelo Tribunal Constitucional.

Nas últimas legislativas, realizadas em 06 de outubro de 2019 – altura em que o distrito perdeu um representante, desceu de nove para oito – votaram 51,05%, ou seja, 177.647 pessoas das 347.962 inscritas.

Em 2019, o PSD foi o partido mais votado, por uma diferença de 1.540 votos, com 36,24% da votação e a eleição de quatro deputados, enquanto o PS conseguiu o mesmo número de mandatos com 35,37% dos votos.

O PS tem um único registo de vitória no distrito de Viseu, em 2005, eleições em que alcançou 40,41% dos votos e quatro mandatos, tantos como o PSD, que conquistou 40,18% do eleitorado (menos 495 votos) e o CDS-PP elegeu um deputado, com 8,63% da votação.

Os Censos de 2021 registaram 351.315 pessoas no distrito de Viseu que se caracteriza por ser heterogéneo, com os municípios a sul mais industrializados e, a norte e nordeste, mais virados para o setor primário e de baixa densidade populacional.

De todo o continente, segundo os Censos 2021, este distrito contabiliza o maior número de freguesias com menos de 200 eleitores, nos concelhos de Moimenta da Beira, Penedono e Tabuaço, este último soma quatro, uma delas, a União das Freguesias de Paradela e Granjinha, que foi a que mais população perdeu na última década.

 

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