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Viseu lança linha municipal de emergência social

A Câmara de Viseu lançou uma linha de emergência social que tem como objetivo auxiliar na resposta a bens e serviços básicos e urgentes, durante o período crítico da pandemia da covid-19.

“Viseu ajuda” é o nome da linha que funciona todos os dias, entre as 09:00 e as 20:00 (através do número gratuito 800210098 ou do email viseuajuda@cmviseu.pt).

“A medida destina-se exclusivamente a pessoas e famílias residentes no concelho, carenciadas, em isolamento, mobilidade reduzida ou outra situação de emergência social, que necessitem de uma resposta imediata para um conjunto de bens e serviços básicos, urgentes e inadiáveis”, explica a autarquia, em comunicado.

A “Viseu Social” vai receber e encaminhar, através da rede social concelhia, pedidos urgentes para resposta a quatro tipos de serviços, entre os quais “fornecimento/entrega de refeições a pessoas carenciadas ou em situação de quarentena” e “aquisição e/ou transporte de medicamentos (não inclui o pagamento dos mesmos, com exceção de situações de carência comprovada)”.

A “aquisição e/ou transporte de bens de supermercado (não inclui o pagamento dos mesmos, com exceção de situações de carência comprovada)” e “pequenas reparações domésticas urgentes (que ponham em causa a habitabilidade da casa) destinadas a famílias carenciadas e idosos com dever especial de proteção (a partir dos 70 anos)” são os outros serviços disponíveis.

O presidente da autarquia, Almeida Henriques, explica que esta linha visa “agilizar e garantir respostas sociais urgentes ao domicílio, que não as correntes prestadas pela Segurança Social e pela ação social do município, facilitando o acesso de pessoas e famílias em situação de emergência às respostas da rede social concelhia e articulando os serviços das diferentes entidades”.

“Contamos com toda a rede social concelhia, com as nossas freguesias e também com uma bolsa de empresas e munícipes voluntários, apelando especialmente às IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) de base local que mantenham a sua atividade, reorientando os seus meios para as repostas sociais mais urgentes”, acrescenta.

 

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