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“Que Jazz é Este?” volta a animar a cidade de Viseu

O festival “Que Jazz é Este?” vai este ano voltar a animar a cidade de Viseu, mantendo o foco na ligação à comunidade, mas num formato diferente dos anos anteriores, devido à covid-19.

Organizado pela associação cultural Gira Sol Azul, o festival, que está na sua oitava edição, vai realizar-se em cinco dias não consecutivos, sempre à quarta-feira, entre o próximo dia 22 e 30 de setembro.

“Em resposta aos tempos de pandemia que atravessamos, o festival vê assim redesenhada a sua programação para a eficácia do cumprimento das normas de segurança, mas mantendo a matriz e principais pilares”, justifica a Gira Sol Azul.

Concertos de palco, formação musical profissional e sensibilização de novos públicos são “os ingredientes que garantem a ligação à comunidade e ao público, em tempo de vidas e rotinas suspensas em que é necessário insistir na continuidade” e em manter a atividade e a criatividade, acrescenta a associação.

Em cada um dos cinco dias do festival, a programação estará estruturada de forma semelhante.

Segundo a organização, “o dia começa com a Rádio Rossio, que emite este ano na sua confortável e aromática plateia sob as tílias do Rossio de Viseu, onde a caravana da rádio se encontra estacionada”.

“São seis horas diárias em blocos de três programas por dia, alavancados em parcerias com várias rádios locais, rádios nacionais e organizações de outros festivais de jazz da zona Centro e Norte”, explica, acrescentando que serão transmitidos “programas únicos, dedicados ao jazz e às histórias que o rodeiam”.

A pensar no público que é menos próximo aos palcos tradicionais, o jazz percorrerá a cidade de Viseu, com especial destaque para o centro histórico.

O jazz ao domicílio, uma ideia de edições anteriores, tem, segundo a Gira Sol Azul, “algo de saudavelmente subversivo: em vez de levar as pessoas aos concertos, levam-se os concertos às pessoas”.

“Hospitais, lares e outras instituições recebem concertos ao domicílio e, desta forma, alarga-se o acesso a este bem precioso que é a cultura”, sublinha.

Nas manhãs destes cinco dias, as famílias poderão usufruir de oficinas na área da música, “com desafios como percussão `dixieland`, produção áudio e `circle singing` ou até fazer parte de uma orquestra de brinquedos”.

Os finais de tarde ficam reservados para os concertos, com nomes como os viseenses Miguel Rodrigues, com o seu álbum de estreia “EMPA”, Gustavo Dinis a solo, com UHAI, o coletivo jazz/eletrónica/rock dos lisboetas Whosputo, com o álbum de estreia “Art of Decay”, e Pedro Oliveira, sob o alter-ego de Krake, que atuarão no jardim da Casa do Miradouro.

Na primeira noite do festival, a música ficará a cargo do trio de Carlos Bica, André Santos e João Mortágua, seguindo-se os Troll`s Toy, “com a sua fusão de estilos e explosões rock”.

“Marcam também presença o cósmico João Guimarães Grupo e o agrupamento `da casa`, Coletivo Gira Sol Azul, com um concerto especial a anunciar. O festival fecha `em alta` com o aclamado trio de Mário Laginha”, avança a organização.

A formação também não foi esquecida, estando prevista uma oficina de música `dixieland`, orientada por Leonardo Outeiro, dirigida à geração mais jovem de estudantes de música, o `workshop` de jazz de Viseu, que este ano chama os músicos profissionais da região, e uma residência artística com o coletivo de músicos da Gira sol Azul e um convidado especial.

Todas estas iniciativas estão marcadas para os dias 22 de julho, 12 e 26 de agosto, 9 e 30 de setembro.

 

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