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PJ investiga causas do incêndio na empresa Beiragel

A Polícia Judiciária está a averiguar as causas do incêndio que deflagrou hoje na Beiragel, empresa do concelho de Viseu que se dedica ao comércio e transformação de produtos alimentares congelados, disse o segundo comandante dos Bombeiros Municipais.

Em declarações aos jornalistas a meio da manhã, Rui Nogueira afirmou que, de acordo com informações que teve, o incêndio terá começado “na parte posterior traseira” da empresa, localizada na freguesia de S. João de Lourosa, junto à Estrada Nacional 231.

“As causas e os motivos estão a cargo da Polícia Judiciária, que já se encontra no local”, frisou.

Segundo Rui Nogueira, o incêndio, que teve início perto das 06:30 de hoje, atingiu “uma área de cerca de três mil metros quadrados, com muito material que logo de início começou a arder com bastante intensidade”.

O responsável referiu que, nessa altura, nenhum dos cerca de 90 trabalhadores estaria dentro da empresa.

“Neste momento, só temos uma vítima a registar, que está a ser apoiada por um médico”, afirmou, referindo-se ao dono da Beiragel, que chegou ao local cerca das 10:00 e, poucos minutos depois, se sentiu mal e teve de ser levado em braços para uma ambulância.

A Beiragel foi fundada em 1985. Em 2011, as instalações da sua sede foram remodeladas.

“Com esta remodelação, a Beiragel pretendeu efetuar uma grande intervenção na ‘sala de transformação’, dotando-a de mais e melhor equipamento industrial, bem como dotar todo o edifício de instalações adequadas ao crescimento que a empresa teve nos últimos anos, quer ao nível dos seus colaboradores, quer ao nível de toda a logística ligada à atividade industrial”, pode ler-se no sítio da Internet da empresa.

Rui Nogueira explicou aos jornalistas que “foi necessário proteger as exposições exteriores e esse objetivo foi conseguido com sucesso”.

“Conseguimos evitar que o incêndio propagasse aos edifícios contíguos, nomeadamente uma serralharia e uma serração”, realçou.

O responsável explicou que, inicialmente, a estratégia foi defensiva, “ou seja, proteger as exposições do foco de incêndio, que era de grandes dimensões”.

Depois, foi iniciada uma estratégia ofensiva, para “fazer ações penetrantes na infraestrutura”, de forma a chegar a um foco de incêndio que ainda estava ativo, acrescentou.

O segundo comandante dos Bombeiros Municipais de Viseu referiu que na fábrica havia muito material inflamável, como “o material da infraestrutura, do telhado, plásticos, embalagens, madeiras e matérias primas”.

Rui Nogueira disse que o trabalho dos bombeiros vai demorar ainda várias horas, porque é preciso “fazer o rescaldo adequado para garantir que não há nenhuma reativação”.

 

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