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Obras no IP3: Quantas mais vidas humanas terão que se perder

Perante mais um acidente grave motivado por uma colisão frontal ocorrida num dos pontos negros do IP3, a Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3 volta a reafirmar a urgência de intervenção nesta via.

Que avancem as obras sem mais demoras, porque os sucessivos acidentes que continuam a acontecer ilustram bem a perigosidade da via e a urgência da sua requalificação. Continuaremos a reivindicar a requalificação integral do IP3 em perfil de autoestrada sem portagens, para que de uma vez por todas deixem de existir pontos negros no futuro traçado do IP3.

Estas vidas poderiam ter sido poupadas se tivesse sido construído o separador central em toda a sua extensão.

Que se acabe com a demagogia à volta desta obra. Agora que foi lançado o primeiro concurso para a requalificação que comecem as obras o quanto antes, porque as populações estão fartas de negligência e abandono.

As vidas humanas não têm preço, qualquer valor que venha a ser gasto nesta obra não paga o sofrimento das famílias afetadas pelos inúmeros acidentes ocorridos nesta via e também fundamental para o desenvolvimento socioeconómico de toda esta região.

A Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3 (AUS IP3) manifesta publicamente a sua solidariedade neste momento de pesar destas famílias afetadas por mais um trágico acidente no nó de treixedo.

O abandono desta estruturante via coloca no currículo de sucessivos governos agravadas responsabilidades, mas o aumento de mortes derivado ao arrastamento do início das obras pode configurar um crime publico.

A AUS IP3 questiona os Governantes deste País. Quantas mais vidas humanas terão que se perder, quantos mais estropiados terão que existir nesta via, para que urgentemente se iniciem as obras? Que de uma vez por todas deixem de existir pontos negros no IP3.

 

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