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Centro de Recolha de animais abandonados de Lamego com lotação esgotada

O abandono de animais de companhia e a sua proliferação na via pública tem vindo a tornar-se um dos problemas que mais preocupam o Município de Lamego.

O Centro de Recolha Oficial (Canil Municipal) esgotou há muito a lotação permanente da sua capacidade para acolhimento de animais abandonados, facto que já obrigou à suspensão dos protocolos firmados com os municípios de Armamar e Cinfães para a receção temporária de animais.

Com o objetivo de ajudar a minorar os efeitos deste problema, a Câmara Municipal avançou com a concretização de um programa de esterilizações, cumprindo desta forma a obrigação legal de implementação desta medida que visa o controlo da população de cães e gatos abandonados e proíbe o seu abate.

Assim, acabam de ser assinados protocolos com duas clínicas da região com a finalidade de poderem complementar os atos de esterilização de animais abandonados que já são prestados pelo próprio Serviço de Veterinária Municipal.

A juntar a isto, têm sido promovidas diversas campanhas de adoção responsável junto dos munícipes. Na prática e através deste procedimento, já aumentou consideravelmente o número de adoções: no ano passado, 80 cães e 25 gatos conheceram uma nova família, uma subida muito significativa em comparação com igual período do ano anterior. Para alcançar este bom resultado tem sido determinante a colaboração dos centros de atendimento médico-veterinários e de organizações não governamentais de proteção animal que estabelecem um “diálogo franco e de colaboração” com o Município de Lamego com vista à resolução de um problema preocupante.

A autarquia defende ainda que os municípios portugueses têm de ser dotados de meios financeiros adequados para a criação e modernização dos centros de recolha já existentes, com vista a “resolver um problema urgente e que está a tornar-se inadiável resolver”, referiu o Vice-Presidente António Alves da Silva, durante a assinatura dos protocolos com as Clínicas.

 

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