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Bombeiros Voluntários de Viseu em “risco de socorrer pessoas a pé”

O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viseu disse em conferência de imprensa que por “causa das dívidas do Estado” os bombeiros “podem, “no limite, ter que socorrer as pessoas a pé” por falta de dinheiro para combustível.

Em causa, estão as dívidas do Estado para com a corporação, até ao final do mês a direção diz que são necessários 54 mil euros para pagar os salários dos funcionários.

Em conferência de imprensa, com a presença da direção, do comando e de elementos do corpo operacional, dos delegados sindicais e do diretor de serviços, o presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viseu, Carlos Costa, disse que “estão todos solidários e unidos nesta causa, que tem sido discutida internamente antes de qualquer tomada de posição” pública.

Ao longo deste ano, salientou o presidente, a dívida foi oscilando mediante os alertas dados e, em janeiro, a dívida do Estado era de 120 mil euros e, atualmente, é de 108 mil euros por “serviços prestados no transporte de doentes”, tendo passado, por 81 e 75 mil euros nos meses que sucederam ao alerta dado no aniversário, em março.

Segundo Carlos Costa, presidente da direção dos Bombeiros Voluntários de Viseu, “para agravar a situação, as próprias contribuições da Proteção Civil, a lei do financiamento tem transferências previstas para o dia 20 a 22 de cada mês” e, segundo denunciou, Carlos Costa, esses prazos “tinham vindo, até há dois meses, a ser cumpridos e desde lá, em vez de pagarem a 22, pagaram no dia 03 do mês seguinte e recentemente passaram a pagar no dia 08”.

Carlos Costa acusou ainda a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro de ter uma postura diferente da ARS do Norte, que “além de ter interpretações mais consentâneas com a lei, no que diz respeito aos pagamentos, também paga mais cedo”.

Carlos Costa diz que, “as corporações do norte do distrito não terão o mesmo tipo de atraso que as do sul havendo uma discrepância, uma diferença até de postura, das duas ARS, que são dois dos grandes ‘clientes’ da corporação.

 

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