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Académico de Viseu repudia intervenção da GNR de Braga no último jogo

O Académico de Viseu assegurou a permanência na II Liga , ao vencer em casa o Merelinense, do Campeonato de Portugal, por 1-0, na segunda mão do play-off.

Depois de já ter vencido em Viseu por 2-0, o Académico voltou a triunfar, com um golo do defesa central Bura, aos 78 minutos, garantindo a permanência no segundo escalão do futebol nacional pela quinta época consecutiva.

Apesar das boas notícias, os festejos pela equipa viseense não correram da melhor forma… 2 agentes da GNR acabaram feridos durante os festejos quando se viram forçados a intervir depois dos alegados excessos na festa no estádio João Soares Vieira, em São Pedro de Merelim.

Os adeptos terão tentado forçar a barreira que os separava dos jogadores, o que obrigou à intervenção da gnr para acabar com os confrontos.

A direcção do Académico de Viseu já se veio pronunciar na página oficial do clube a condenar  “o exercício de abuso de autoridade (o qual teve oportunidade de presenciar na tarde do dia 3 de Junho de 2017, em Merelim) demonstrado por parte de alguns agentes da Guarda Nacional Republicana”.

E explicam o que aconteceu: “Passamos a relatar aquilo a que assistimos de uma forma absolutamente bárbara e desajustada por parte da GNR local. Perante um ambiente de verdadeira confraternização entre adeptos, direção e atletas do Académico de Viseu, que pacificamente festejavam a sua manutenção pela 4ª temporada consecutiva na 2ª Liga Profissional de Futebol, apercebemo-nos do nervosismo de alguns dos agentes que nos convidavam a recuar, uma vez que suspeitavam que “iria haver bastonada”. Depois de explicitarmos que se tratava de uma confraternização entre pessoas da mesma localidade, e onde se ouviam cânticos de exultação relativos a Viseu e ao Académico, verificámos que os mesmos agentes da autoridade, começavam a bastonar as mãos dos adeptos do Académico de Viseu, que se encontravam agarrados à vedação que delimitava a ligação entre adeptos e acesso ao Balneário do Académico”.

Dizem ainda que “num clima de festa, bastonar adeptos viseenses como se tratassem de verdadeiros marginais em cenário de guerra é inadmissível e completamente provocatório” e que “pularem a vedação para carregar sobre cidadãos indefesos é um ato de cobardia atroz. As forças de segurança do nosso país têm como missão proteger cidadãos e não espancar seres humanos que pagam os seus impostos para se sentirem seguros”.

Lamentam o facto de ser  “apenas um jogo de futebol que decorreu na maior das cordialidades e onde os adeptos de Viseu gritaram bem alto o nome da cidade e do clube de Viseu do primeiro ao nonagésimo minuto”. Além disso fazem referência às “crianças entre adultos, que muito provavelmente jamais irão retirar das suas memórias os momentos de pânico que presenciaram”.

Rematam o comunicado ao defender que “isto não é festa do futebol, a direção do Académico de Viseu ficou apavorada com aquilo que viu e irá tomar as diligências que achar por bem, no sentido de erradicar estes atos, os quais comprovará por imagens, as quais valerão muito mais do que mil palavras”.

 

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