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Câmara de Mangualde aprova orçamento de 35 ME para 2023

A Câmara de Mangualde aprovou a proposta de orçamento para 2023 no valor de 34.973.473 euros, que tem como objetivo dar resposta à “crise emergente” e à necessidade de tornar “o território mais competitivo e atrativo”.

“Este orçamento procura dar resposta aos grandes desafios que a sociedade atravessa, apoiando as famílias e os mangualdenses mais desfavorecidos, reforçando o investimento na vertente social e reduzindo impostos municipais”, explicou o presidente da autarquia, Marco Almeida (PS).

O orçamento e as Grandes Opções do Plano (GOP) para 2023 foram aprovados por maioria, na reunião de segunda-feira.

Segundo Marco Almeida, “são dadas prioridades aos investimentos que se enquadram no atual quadro comunitário e que se encontram em execução, bem como à preparação e iniciação de um novo ciclo de financiamento, nomeadamente o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e o Portugal 2030”.

É “um orçamento que reforça investimentos em eixos estratégicos como a sustentabilidade, a modernização administrativa, a competitividade e a eficiência energética”, sublinhou.

Os eixos estratégicos prioritários são investimentos sustentáveis em áreas como inovação, recursos naturais (ciclo da água, proteção do ambiente, gestão dos recursos naturais e prevenção de riscos), fortalecimento da qualidade de vida, coesão social e territorial (transição digital, apoio às comunidades desfavorecidas, apoio social, recursos endógenos, entre outros).

Segundo a autarquia, “face à atual conjuntura macroeconómica desfavorável, o orçamento e as Grandes Opções do Plano (GOP) 2023 estão também preparados para dar uma resposta eficaz à estratégia local de habitação, bem como a investimentos relacionados com a eficiência energética”.

Na reunião foi também aprovada, por unanimidade, a proposta do mapa de pessoal para 2023.

No que respeita ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), foi aprovada, por maioria, a proposta apresentada por Marco Almeida de o reduzir para o seu valor mínimo de 0,3%.

“Com esta redução, há um desagravamento fiscal para as famílias mangualdenses num ano de 2023 que se avizinha de grande dificuldade. As famílias, as pessoas, o bem-estar da nossa comunidade é e sempre será uma das nossas prioridades”, justificou.

Lusa

 

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