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Viagens e férias este ano: em que ponto nos encontramos?

Será este ano o ano em que, finalmente, os aviões poderão levantar voo definitivamente? Apesar dos avanços na campanha de vacinação, ainda subsistem algumas dúvidas em relação às datas e moldes em que se processará a retoma das viagens de turismo.

Para além da vacinação, tudo estará dependente da progressão da pandemia no mundo, mas há alguns sinais animadores, como sejam o lançamento de um certificado de imunização ou a disseminação da realização de testes rápidos em quem desejar ir de férias.

Estamos a falar de viagens internacionais, porque se olharmos para o panorama estritamente nacional, o número de infetados diários e projeções do governo quanto à imunização da população até ao verão abrem portas a que o turismo dentro das fronteiras nacionais se processe dentro de um quadro mais “normal” e significativamente melhor do que no ano passado.

O que se sabe até à data

No momento em que a Primavera dá os primeiros ares da sua graça, o panorama é um pouco nebuloso e merece uma análise caso a caso.

As viagens de turismo são fortemente desaconselhadas. Ainda que tal não acontecesse, as restrições impostas às viagens internacionais seriam razão suficiente para tornar este ato quase inútil.

As viagens para Reino Unido, Brasil e África do Sul estão proibidas (salvo as exceções consagradas na lei) até dia 31 de março. Se o Reino Unido já retirou Portugal da sua lista vermelha e prepara-se para abrir o país aos turistas lusos a partir de meados de abril ou maio, no caso dos outros dois países, o lavrar da pandemia e as novas estirpes que se desenvolveram nos seus territórios podem fazer tardar o levantamento das restrições.

Bem diferente é a situação da nossa vizinha Espanha. As fronteiras estarão fechadas até dia 5 de abril, mas prevê-se o normalizar da livre circulação de pessoas após essa data.

Em relação aos restantes países da União Europeia, países associados ao Espaço Schengen (Liechtenstein, Noruega, Islândia e SuiçaSuíça), Austrália, China, Coreia do Sul, Nova Zelândia, Ruanda, Singapura, Tailândia e regiões administrativas especiais de Hong Kong e Macau o trafego aéreo está autorizado, mas torna-se necessário que, os viajantes apresentem um comprovativo de realização de teste laboratorial (RT-PCR) para rastreio da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque.

Apesar disto, a informação que deixada no paragrafo anterior e pode mudar, literalmente, de um dia para o outro dado que a permissão de viagem está sempre associada ao boletim epidemiológico de cada país. Pode consultar, pormenorizadamente, as proibições e limitações aos movimentos de cidadãos dentro do espaço da União Europeia aqui: https://reopen.europa.eu/pt

Uma palavra ainda para a China. Recentemente foi revelado que o Império do Meio prepara-se para facilitar a entrada no país a viajantes de cerca de 20 países desde que já tenham tomado as duas doses de uma vacina chinesa contra a covid-19 ou uma dose pelo menos 14 dias antes de viajarem. No entanto, esta medida não isenta estes passageiros da apresentação de um teste negativo ao novo coronavírus nem do cumprimento de um período de quarentena, tal como está estipulado nas regras atuais.

Certificado de imunização afigura-se como solução

Tal como referimos, o certificado de imunização está a afigurar-se, unanimemente, como uma das soluções mais sólidas para garantir que viagens de turismo regressem em força. A título de exemplo, nos Emirados Árabes Unidos, país constituído por sete emiratos, esta espécie de passaporte verde para pessoas vacinadas contra a Covid-19 já entrou em vigor permitindo que, mediante a apresentação deste documento, as pessoas possam transitar livremente entre emiratdos ainda que tenham que usar obrigatoriamente máscara.

Israel, país que tanto como os Emirados, tem uma altíssima taxa de pessoas já vacinadas vai pelo mesmo caminho.

Em termos europeus, a Comissão Europeia propõe que, até junho, algo semelhante entre em vigor. Segundo as autoridades europeias, a ideia é que este certificado de imunidade/certificado verde (que comprove vacinação, teste negativo ou recuperação) funcione de forma semelhante a um cartão de embarque para viagens, estando disponível em formato digital e/ou papel, com um código QR para ser facilmente lido por dispositivos eletrónicos e que seja disponibilizado gratuitamente e na língua nacional do cidadão e em inglês.

Tanto na versão digital (que poderá ser armazenada num dispositivo móvel como telemóvel) como em papel, haverá este código QR com informação essencial, bem como um selo digital para garantir a autenticidade do certificado.

O executivo comunitário quer, ainda, que este livre-trânsito respeite totalmente as regras de privacidade dos dados dos cidadãos e seja válido em todos os países da EU cabendo às autoridades nacionais de cada país membro a emissão destes certificados, sugerindo Bruxelas que isso seja feito por exemplo por entidades de saúde, hospitais ou por laboratórios.

A par deste livre-trânsito, medidas como a testagem em massa através de testes rápidos de antigénio, a “europeização” do nosso bem conhecido selo “Clean & Safe” até ao verão, bem como a promoção de sítios e rotas culturais, eventos culturais e festivais dentro da UE através de uma campanha nas redes sociais sobre turismo cultural sustentável, são algumas das ferramentas que pretendem facilitar e incentivar as viagens de turismo já este ano.

Ciência, medidas profiláticas de prevenção da infeção (máscara e álcool gel) e um certificado de imunidade ou teste rápido conjugam-se, assim, para oferecer aos mais otimistas uma janela de oportunidade para poderem começar a pensar em poupar para adquirir o seu pacote de férias/viagem ou, em alternativa recorrerem a um empréstimo pessoal, especialmente se não tiver comissões de abertura e vier com Seguro de Proteção Financeira e mensalidades constantes.

Estas são algumas das características do crédito pessoal online do Unibanco. Ideal para quem procura um crédito pessoal rápido, esta solução de financiamento do Unibanco disponibiliza ao cliente um simulador de crédito pessoal que lhe permitirá calcular os valores de mensalidade para empréstimos entre €5.000 e €75.000 cruzando-o com o prazo em que pretende fazê-lo (entre 24 e 84 meses) e as taxas de juro específicas para cada escolha.

Todo o processo de adesão é simples e passa pelos meios digitais. Depois de feita a simulação e realizado o pedido para o seu crédito pessoal, proceder-se-á a uma cuidada análise financeira. Caso o crédito seja aprovado, o montante é transferido rapidamente para a conta bancária que indicar.

Se, por alguma razão, as viagens não sejam efetuadas ou que sejam canceladas por facto imputável à pandemia COVID-19, tem sempre o direito a uma das seguintes opções:

  • emissão de um vale de igual valor ao pagamento efetuado pelo viajante, válido até 31 de dezembro de 2021:
  • caso seja utilizado para a realização da mesma viagem, ainda que em data diferente, mantém-se o seguro que tiver sido contratado no momento da aquisição do serviço de viagem;
  • se não for utilizado até 31 de dezembro de 2021, o viajante tem direito ao reembolso, a efetuar no prazo de 14 dias corridos.
  • reagendamento da viagem até 31 de dezembro de 2021:
  • caso o reagendamento não seja efetuado até 31 de dezembro de 2021, o viajante tem direito ao reembolso, a efetuar no prazo de 14 dias corridos.

 

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