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Preços do Imobiliário em Viseu Resistem à Pandemia

O ano de 2020 ficará na memória pelos desafios inerentes, muitos dos quais levaram à reinvenção de atividades económicas, mas também a uma ameaça quase intransponível para inúmeras empresas e consequente emprego.

Num ano em que as boas novas aparentam ser em pouca quantidade, os efeitos de longo prazo resultantes da pandemia permanecem como uma das maiores incógnitas. Na perspetiva de oferecer uma luz ao fundo do túnel, alguns segmentos da economia nacional conseguiram navegar através da tempestade com resultados francamente positivos.

Os números mais recentes do barómetro de preços publicado no portal Imovirtual revelam uma tendência crescente no que toca aos preços de venda, acompanhados de algumas variações notáveis no mercado de arrendamento.

Comprar Casa em Viseu

Segundo os dados anteriormente indicados, o preço médio de venda em Viseu situa-se atualmente nos €173.498. Este reflete uma subida percentual de 5,4% ao longo de 2020 aparentando um abrandar quando consideramos a variação mensal de meros 0,1% entre novembro e dezembro de 2020.

Se existe um momento apelativo para comprar casa em Viseu, poderá perfeitamente ser agora. Ainda que a conjetura económica não aparente ser particularmente positiva para os próximos anos, o mercado imobiliário nacional continua a dar provas de superação e sucesso num momento extremamente desafiador.

Esta continuada resiliência vai em muito depender da continuidade de baixas taxas de juro, bem como quaisquer estímulos económicos que possam vir a ter lugar para colmatar os efeitos nefastos da pandemia.

E o Arrendamento em Viseu?

O distrito segue em contraciclo em comparação com outras zonas do país. Ao olharmos para as grandes áreas urbanas de Lisboa e Porto, constatamos que os preços praticados no mercado de arrendamento caíram acentuadamente ao longo de 2020. Com quebras de -13,9% em Lisboa e -19,2% no Porto, o foco parece ter dispersado em prol de distritos do interior, os quais verificaram subidas verdadeiramente impressionantes.

Exemplos disso são Beja (66,6%), Guarda (34%) e Portalegre (25,5%) aparentam ter beneficiado de uma mudança de paradigma imposta pela pandemia. Nunca o interior do país pareceu tão apelativo, quer pelo isolamento que oferece, quer pela oportunidade de beneficiar da qualidade de vida aqui existente. Mais importante ainda, por ser ainda possível adquirir habitação a preços relativamente acessíveis.

Ainda que o caso particular de Viseu neste segmento não seja feito de números tão impressionantes, a subida de preços de 6,2% é de assinalar como uma evolução que deve ser observada com atenção durante os próximos meses. O valor médio de arrendamento de dezembro de 2019 encontrava-se nos €488 e, volvido um ano, fixa-se nos €518.

Será ainda relativamente prematuro assumir que o mercado do imobiliário está a passar por uma fase de transição e reformulação de uma nova realidade. O aumento da procura por habitação no interior do país é sem dúvida um reflexo da pandemia, nomeadamente ao ter sido um dos principais alvos do turismo nacional no verão de 2020.

Com o aumento do regime de teletrabalho e a maior probabilidade de muitas empresas o admitirem como mecanismo a tempo integral, muitas famílias deixarão de estar obrigadas a viver nas proximidades de grandes centros urbanos. A oportunidade única para os distritos do interior do país se modernizarem e atraírem tais profissionais como motor de dinamismo já começou.

 

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