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Fotografia Jornal de Notícias

“Assassino!” – Pedro Dias vaiado no tribunal e emocionado a pensar nos filhos

Pedro Dias foi ontem presente no tribunal da Guarda para ser ouvido pelo juiz de instrução criminal  João Saraiva.

No âmbito do processo foi constituída e interrogada como arguida, uma mulher de 61 anos, sobre a qual recaem suspeitas de favorecimento.

A mulher, professora reformada, amiga da família é a proprietária da casa onde Pedro Dias se entregou às autoridades e estava refugiado há 15 dias.

Segundo a PJ, o detido está indiciado da autoria de cinco crimes de homicídio qualificado, três dos quais na forma tentada, dois crimes de sequestro, pelo menos dois de roubo e um de furto.

Em declarações aos jornalistas, um dos advogados que representam o detido, Rui Silva Leal, disse que o homem de 44 anos, encontra-se “como estava no dia da entrega, expectante e, de resto, pensa na família, nos dois filhos como é que estão, como é que não estão. Vêm-lhe as lágrimas aos olhos quando fala nos filhos”.

À porta do tribunal, além do dispositivo de segurança da PSP e de várias equipas de reportagem, marcavam presença alguns populares que assistiram à chegada de Pedro Dias. No local, foi amplamente vaiado, com acusações, de “assassino”.

A diligência começou às 13h30 de hoje e até ao momento continua a ser ouvido no tribunal.

Na entrevista dada ao Diário de Coimbra,no dia em que se entregou, Pedro Dias diz que não está preparado para cumprir 25 anos de cadeia e garante ter provas de que há muitos equívocos no caso. O suspeito continua a insinuar que a GNR lhe fez algo na noite de 11 de outubro, mas não concretiza. Lança a questão para o militar da GNR que ficou ferido.

Diz que andou pela zona de Vila Real mas tentou sempre estar perto de Arouca. Queria ouvir a voz da filha na escola. Não ouviu, segundo o jornal, mas imaginar que sim fez-lhe bem.

Confessou ao jornal que “quando o sino tocava de morte, só imaginava que podia ser alguém da família. Alimentou-se de “muita castanha, muita noz, muito kiwi”.

Pedro Dias confessa ainda que roubou meio frango da casa de um amigo sem ele saber sequer que passou por lá.

Pedro Dias nega ter sido violento, garante que não sequestrou o casal em Arouca e que até lhe emprestaram um relógio e o carro.

 

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